Polícia apreende 360 kg de crack e prende seis em centro de distribuição na Baixada Santista; VÍDEO

Por Santa Portal em 23/03/2026 às 10:00

Divulgação/Polícia Civil
Divulgação/Polícia Civil

Uma operação da Polícia Civil apreendeu 360 kg de crack e prendeu seis pessoas em flagrante na madrugada deste domingo (22), em Santos, no litoral de São Paulo. Segundo a investigação, o imóvel no bairro São Manoel funcionava como centro de distribuição que abastecia pontos de tráfico em diferentes cidades da Baixada Santista.

Entre os presos estão um homem, de 45 anos, e uma mulher, 30, responsáveis pelo transporte da droga; um homem, 46, apontado como vigia do local; e outros três suspeitos, de 24, 25 e 38, que atuavam na etapa intermediária da logística do esquema.

De acordo com a polícia, o grupo integrava uma estrutura organizada, com divisão de funções, voltada à movimentação em larga escala de entorpecentes. O imóvel, na Rua Doutor João Carlos de Azevedo, era monitorado havia dias.

Por volta das 4h, dois veículos deixaram o endereço carregados com droga. Um homem tentou fugir com um Hyundai Creta, mas colidiu antes de ser detido. No carro, foram encontrados 50 tijolos de crack. Em um Fiat Fastback dirigido pela única mulher do grupo, os policiais localizaram outros 113 tijolos.

No pátio do imóvel, etapa final do esquema operado pelo chamado “consórcio do tráfico”, o vigia foi preso ao controlar a entrada e saída de veículos. Outro aguardava carregamento em um Renault Sandero, enquanto um terceiro foi encontrado escondido em um banheiro e o último tentou se ocultar deitado no assoalho de um Fiat Argo.

Durante a ação, os agentes apreenderam ainda 197 tijolos de crack já separados para distribuição, ao lado de um caminhão em manutenção. A 2ª Delegacia do Deic de Santos, por meio da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), afirma que a apreensão desarticula um dos principais fluxos de distribuição de crack na região.

Os seis suspeitos foram autuados por tráfico de drogas, e a autoridade policial pediu a conversão das prisões em preventivas, diante da expressiva quantidade apreendida (360 kg de crack), do elevado potencial lesivo da substância e do risco concreto de continuidade delitiva.

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