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Danilo Nunes se apresenta no Arraial do Arte no Dique

Por conta do Covid-19 e seguindo as ordens da Organização Mundial de Saúde, este ano o Arraial do Arte, evento do Instituto Arte no Dique presente no calendário oficial de Santos, é realizado de maneira diferente. Sábado ocorreu show de Diego Alencikas. serão dois shows em junho, transmitidos ao vivo e alusivos à tradicional festa nordestina de São João.

Já no próximo sábado, 27 de junho, 20h, celebrando o Dia de São Pedro (29 de junho), será a vez de Danilo Nunes levar aos espectadores um repertório totalmente nordestino.

Pessoas da comunidade da Vila Gilda também comercializam produtos e quitutes em "barraquinhas online", com o intuito de movimentar a cadeia produtiva e a economia local.

As apresentações acontecem pelas redes sociais do Instituto Arte no Dique (www.facebook.com/artenodique e https://www.instagram.com/artenodiqueoficial/) e depois serão veiculadas no canal Arte no Dique TV (www.youtube.com/arteondiquetv).

“Nossa prioridade é abrir espaço para músicos da região, tendo em vista as dificuldades que estão encontrando para trabalhar em virtude do distanciamento social”, ressalta o presidente da instituição, José Virgílio Leal de Figueiredo.

Sobre o Arraial do Arte

Realizada há mais de 15 anos, a festa Arraial do Arte, promovida pelo Instituto Arte no Dique com apoio da Prefeitura Municipal do município, resgata a essência da Festa de São João. Até o ano passado, contava com barracas que ofereciam os quitutes originais e tradicionais da cultura popular - bolo de milho, canjica, cural, milho cozido, pamonha, pinhão, bolo de fubá, pipoca, entre outros -, fomentando, assim, a cadeia produtiva local e com apelo turístico.

No espaço localizado ao lado do instituto, aconteceram shows musicais, apresentações de dançarinos, quadrilhas. O funcionamento se dará durante três finais de semana, sempre de sexta e domingo, a partir de 15 de junho, sempre depois das 19h. Toda a programação é gratuita.

O Arraial do Arte busca estimular a produção da região do Dique da Vila Gilda, bem como trabalhar a questão da cidadania e o envolvimento dos moradores com a comunidade.

Sobre o Arte no Dique

28 de novembro de 2002. Nessa data foi lançada a pedra fundamental do Instituto Arte no Dique. Passados 17 anos, mais de 15 mil pessoas, em grande parte moradores do Dique da Vila Gilda, em Santos, frequentaram as oficinas da instituição, tiveram acesso à cultura e à arte. “Cultura como um todo”, como costuma dizer o presidente da ONG, José Virgílio Leal de Figueiredo, já que o Arte no Dique trabalha, com seus colaboradores, alunos, frequentadores, parceiros, a questão da cidadania. Desde a entrega semanal de leite para a comunidade, até as oficinas de percussão (que deram início ao projeto), violão, dança, informática, customização, as exibições de filmes seguidas de debates, shows. Artistas de renome como Gilberto Gil, Moraes Moreira, Sergio Mamberti, Lecy Brandão, Wilson Simoninha, Hamilton de Holanda, Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Luciano Quirino, entre outros, já se apresentaram no espaço.

Diariamente, cerca de 600 pessoas participam do projeto, que tem a missão de oferecer oportunidade de transformação e desenvolvimento humano e social a crianças, adolescentes, jovens e adultos através da participação da comunidade em ações educativas, de geração de renda, meio ambiente e valorização da cultura popular da região. O trabalho sério, que gerou importantes resultados inclusivos, levou a instituição a tornar-se referência em inclusão social, no Brasil e no exterior, sendo convidada diversas vezes festivais e congressos.

Sobre o Intercâmbio cultural:

O Intercâmbio Cultural Internacional teve início em 2012. Desde lá, os participantes do Arte no Dique tiveram a oportunidade de visitar e receber artistas e empreendedores sociais de diversos países da América do Sul e Europa. Com isso, foi possível oportunizar a troca, vivência e ganho de repertório cultural e social de crianças e jovens e de todo o público envolvido nessa ação.

Ao longo desse período, dois jovens que frequentavam as oficinas de percussão do Instituto Arte no Dique decidiram viver profissionalmente em solo europeu, eles são: Gabriel Prado, 22 anos, morador de Bari na Itália onde vive há quatro anos, e Jorge Henrique, da mesma idade, morador de Marselha, na França, há dois anos.

Em 2019, oito crianças entre 07 e 12 anos, moradores do Dique da Vila Gilda e de bairros vizinhos, estão realizando ensaios diariamente para uma nova viagem. A experiência foi repetida em 2020, com nove crianças. Tal jornada em outro país permite, ainda que por alguns dias, aos envolvidos encontrar um “novo mundo”, onde têm acesso a outros hábitos, costumes, identidades, gastronomia, idiomas, horizontes, enfim, cultura.

Hoje o Arte no Dique faz parte do projeto Scholas Ocurrentes, do Vaticano. Outras informações em www.artenodique.com.br, www.facebook.com/artenodique e www.youtube.com/artenodiquetv.

 

 

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Lives com Luciano Quirino, Lufe Steffen e Luiz Domingues na página Histórias do Cinema

A página Histórias do Cinema (http://www.facebook.com/historiasdocinemaporandreazenha) do crítico de cinema santista André Azenha, tem realizado, desde o dia 2 de maio, lives às quintas e aos sábados e outros dias, para abordar temas relativos ao segmento audiovisual e os impactos da pandemia no setor.

As entrevistas são veiculadas em lives ao vivo pela página do Facebook e, depois, são postadas no canal www.youtube.com/históriasdocinemaporandréazenha.

Sábado, 27 de junho, 18h, o ator Luciano Quirino, de trabalhos de destaque no cinema, no teatro e na televisão contará detalhes de sua carreira e de alguns de seus principais trabalhos.

Santista atualmente residente no Rio de Janeiro, Luciano Quirino tem mais de 30 anos de carreira em cinema, teatro e televisão. Estrelou a série de sucesso 9mm, produzida pela Fox e ganhadora doimportante prêmio APCA, concedido pela Associação dos Produtores e Críticos de Arte. Virou febre entre as crianças ao viver Ptolomeu, o pai do Bento, na série televisiva Detetives do Prédio Azul, que rendeu filmes para o cinema. Atuou na segunda temporada do seriado Carcereiros, da Rede Globo. Em 2017, foi homenageado em sua terra-natal, no 2º Santos Film Fest, quando esteve na abertura e apresentou o curta Os Bons Parceiros, de Elder Fraga, selecionado para Cannes. A partir do 3º Santos Film Fest passa a batizar o troféu que o festival entrega como homenagem a grandes nomes do cinema nacional. Na quarta edição do evento recebeu uma estrela na Calçada da Fama do Cine Roxy. Atuou na novela Jezabe, da Record, na série Carcereiros, no filme O Traidor, do grande diretor italiano Marco Bellocchio, entre outros trabalhos.

Terça, 30 de junho, 19h, será a vez de Lufe Steffen, cineasta, jornalista, escritor, ator e cantor, formado em Comunicação – Rádio & Televisão na Universidade Metodista, além de formação técnica como ator na Fundação das Artes de São Caetano do Sul.


Como cineasta, escreveu e dirigiu 10 curtas-metragens ficcionais e 2 longas documentais, os premiados “São Paulo em Hi-Fi” (2016) e “A Volta da Pauliceia Desvairada” (2012), ambos sobre a noite LGBT paulistana. Roteirizou e dirigiu “Cinema Diversidade”, série documental para TV em 10 episódios, sobre o cinema brasileiro LGBT do século XXI, exibida pelo canal Prime Box Brazil em 2018, e inspirada em seu próprio livro “O Cinema que Ousa Dizer Seu Nome” (2016, Editora Giostri). Publicou ainda o livro “Tragam os Cavalos Dançantes” (2008). Acaba de rodar seu 1º longa de ficção, o musical queer “Nós Somos o Amanhã”.

Atualmente ministra oficinas de cinema, versando sobre temas como Cinema x Teledramaturgia, LGBTs no Cinema Brasileiro e Cinema Queer Mundial. Em 2018 criou e realizou o 1º Workshop de Roteiro Audiovisual para Pessoas Trans, produzido em parceria com a Codorna Filmes.

Em 2019, atuou como curador e produtor das seguintes mostras audiovisuais:

- Diversidade no Cinema Paulistano – CineSesc / junho
- Queer Terror – Centro Cultural da Diversidade / agosto
- Mostra de Filmes Sobre Música Eletrônica – Centro Cultural Olido / setembro
- Cineclube LGBT – Oficina Cultural Oswald de Andrade / outubro e novembro
- Mostra Prevenção – CineSesc / dezembro

Mantém o canal Naftalufe, no YouTube, onde apresenta programas semanais sobre a cultura pop vintage do século XX.

Na quinta-feira, 2 de julho, 19h, o papo sobre Filmes de Rock com Luiz Domiingues, baixista desde 1976, com participação em diversos conjuntos musicais – entre eles Língua de Trapo e Patrulha do Espaço - e no cômputo geral, possui mais de vinte álbuns lançados no mercado fonográfico brasileiro. Como escritor, mantém três Blogs pessoais na Internet e colabora com diversos outros mantidos por outras pessoas, além de colaborações com revistas impressas, igualmente. Lançou recentemente o livro impresso, "Luz; Câmera & Rock'n'Roll, dividido em três volumes.


O livro “Luz; Câmera & Rock'n'Roll” traz em seu bojo mais de cem resenhas sobre filmes baseados no Rock, sob várias modalidades. São cinebiografias de grandes astros do Rock ou de conjuntos musicais, filmes fictícios a usar o Rock como pano do fundo, menções e citações, além de abordagens generalizadas a contextualizar o fenômeno do Rock enquanto impacto na cultura Pop e como um baluarte da contracultura. Dividido em três volumes, no cômputo geral traz mais de cem resenhas a exemplificar a produção cinematográfica em conjunto com o tema "Rock".

No sábado, 4 de julho, 18h, o entrevistado será o dublador Marcio Seixas, conhecido como a voz do Batman no Brasil, além de ter dublado personagens famosos como Spock, de Star Trek, e James Bond.

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: sexta-feira, 26 jun 2020 15:35
  • Cinema   Live   Entrevista   
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Arraial do Arte no Dique

Por conta do Covid-19 e seguindo as ordens da Organização Mundial de Saúde, este ano o Arraial do Arte, evento do Instituto Arte no Dique presente no calendário oficial de Santos, será realizado de maneira diferente em 2020. Serão dois shows em junho, transmitidos ao vivo e alusivos à tradicional festa nordestina de São João.

O primeiro show será em 20 de junho, um sábado, às 20h, comemorando a data do Dia de São João (24 do mesmo mês). A atração será o músico Diego Alencikas.

Uma semana depois, 27 de junho, no mesmo horário, celebrando o Dia de São Pedro (29 de junho) será a vez de Danilo Nunes levar aos espectadores um repertório totalmente nordestino.

As apresentações acontecerão pelas redes sociais do Instituto Arte no Dique (www.facebook.com/artenodique e https://www.instagram.com/artenodiqueoficial/) e depois serão veiculadas no canal Arte no Dique TV (www.youtube.com/arteondiquetv).

“Nossa prioridade é abrir espaço para músicos da região, tendo em vista as dificuldades que estão encontrando para trabalhar em virtude do distanciamento social”, ressalta o presidente da instituição, José Virgílio Leal de Figueiredo.

Sobre o Arraial do Arte

Realizada há mais de 15 anos, a festa Arraial do Arte, promovida pelo Instituto Arte no Dique com apoio da Prefeitura Municipal do município, resgata a essência da Festa de São João. Até o ano passado, contava com barracas que ofereciam os quitutes originais e tradicionais da cultura popular - bolo de milho, canjica, cural, milho cozido, pamonha, pinhão, bolo de fubá, pipoca, entre outros -, fomentando, assim, a cadeia produtiva local e com apelo turístico.

No espaço localizado ao lado do instituto, aconteceram shows musicais, apresentações de dançarinos, quadrilhas. O funcionamento se dará durante três finais de semana, sempre de sexta e domingo, a partir de 15 de junho, sempre depois das 19h. Toda a programação é gratuita.

O Arraial do Arte busca estimular a produção da região do Dique da Vila Gilda, bem como trabalhar a questão da cidadania e o envolvimento dos moradores com a comunidade.

Sobre o Arte no Dique

28 de novembro de 2002. Nessa data foi lançada a pedra fundamental do Instituto Arte no Dique. Passados 17 anos, mais de 15 mil pessoas, em grande parte moradores do Dique da Vila Gilda, em Santos, frequentaram as oficinas da instituição, tiveram acesso à cultura e à arte. “Cultura como um todo”, como costuma dizer o presidente da ONG, José Virgílio Leal de Figueiredo, já que o Arte no Dique trabalha, com seus colaboradores, alunos, frequentadores, parceiros, a questão da cidadania. Desde a entrega semanal de leite para a comunidade, até as oficinas de percussão (que deram início ao projeto), violão, dança, informática, customização, as exibições de filmes seguidas de debates, shows. Artistas de renome como Gilberto Gil, Moraes Moreira, Sergio Mamberti, Lecy Brandão, Wilson Simoninha, Hamilton de Holanda, Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Luciano Quirino, entre outros, já se apresentaram no espaço.

Diariamente, cerca de 600 pessoas participam do projeto, que tem a missão de oferecer oportunidade de transformação e desenvolvimento humano e social a crianças, adolescentes, jovens e adultos através da participação da comunidade em ações educativas, de geração de renda, meio ambiente e valorização da cultura popular da região. O trabalho sério, que gerou importantes resultados inclusivos, levou a instituição a tornar-se referência em inclusão social, no Brasil e no exterior, sendo convidada diversas vezes festivais e congressos.

 

 

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Diretor Elder Fraga participa de live da página Histórias do Cinema para falar sobre cinema independente e impactos da pandemia no setor

página Histórias do Cinema (www.facebook.com/historiasdocinemaporandreazenha) do crítico de cinema santista André Azenha, tem realizado, desde o dia 2 de maio, lives todos os sábados, sempre às 18h, para abordar temas relativos ao segmento audiovisual e os impactos da pandemia no segmento.


Já foram comentadas as perspectivas para os filmes adiados e as redes de exibição, a importância da produção nacional e, no último sábado, foi realizada uma entrevista com a atriz Ondina Clais, de extensa carreira em teatro, cinema, televisão e streaming.


Em cerca de uma hora de conversa, a atriz (que esteve em O Filme da Minha Vida, João, o Maestro e Vou Nadar Até Você) falou sobre sua trajetória, os meandros da profissão, Antunes Filho, Seltom Mello (ela trabalhou com ambos), o desmonte realizado pelo poder público na cultura e a situação da Secretária Nacional de Cultura Regina Duarte, entre outros temas. A live foi transmitida originalmente pela página no Facebook e depois disponibilizada no Youtube, no link https://www.youtube.com/watch?v=qZOSlHVBS7w&t=839s.


Neste sábado, 23 de maio, 18h, será a vez do premiado cineasta, produtor, ator e diretor teatral Elder Fraga falar sobre produção independente e como a pandemia tem afetado o segmento.


Recentemente ele rodou o curta Diário de Isolamento 121, produzido totalmente em casa, selecionado para o Quarentena Film Festival.


Elder já dirigiu dois longas-metragens - um inédito para 2020 – o documentário O Artista e a Força do Pensamento, sobre a vida e obra do dançarino Marcos Abranches - e sete curtas-metragens acumulando na sua curta carreira 41 prêmios e 24 indicações, 4 prêmios no teatro, e 2 prêmios como personalidade da arte em 2018.


Seus filmes já passaram por mais de 23 países, sendo duas vezes pelo Festival de Cannes, em 2014 com o curta Os Bons Parceiros, baseado na obra do dramaturgo Plínio Marcos e, em 2015, com Nóia um dia no limite, sobre uma usuária de cocaína
interpretada pela atriz Patrícia Vilela, que recebeu o prêmio de melhor atriz em Los Angeles no The World Cinema Festival.


O diretor ganhou prêmios em Nova York no The Peoples Film Festival e 49th Annual WorldFest-Houston. Dirigiu o videoclipe As armas que matam, do maior grupo de rap do Brasil, o RZO, e ganhou melhor videoclipe no 9º Fest Clip.



Seu primeiro longa-metragem o SP: Crônicas de uma cidade real vem fazendo uma ótima carreira nos festivais internacionais e no Brasil, acumulando mais de dez prêmios.


Em 2017, teve seu curta Ser ou não ser selecionado pelo grande ator e diretor inglês Kenneth Branagh, patrono do festival mais importante do mundo sobre as obras de William Shakespeare, o Shakespeare BirthPlace Trust’s Film Festival. Com esse filme ganhou o prêmio de Melhor diretor no Festival Curta Suzano 2018. No mesmo ano o filme foi selecionado para o festival de Clermont –Ferrand (França) um dos maiores do mundo.



No cinema, como ator, foi dirigido por grandes nomes do cinema nacional como Laís Bodanzky, José Mojica Marins, Roberto Moreira, Helena Ignez, André Ristum, Tadeu Jungle entre outros. Atuou ao lado de grandes nomes do cinema nacional como Tônia Carrero, Beth Faria, Leonardo Villar, Daniel Oliveira, Cauã Raymond, Rodrigo Santoro, Sergio Mamberti, Karin Rodrigues, Eva Vilma, Ailton Graça entre outros.



A live será transmitida primeiro no link www.facebook.com/historiasdocinemaporandreazenha. O ator, diretor e produtor Paulo Betti será um dos próximos entrevistados do canal.

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: sexta-feira, 22 mai 2020 16:54
  • Cinema   Arte   Live   
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Ex-aluno do Arte no Dique, que mora na França, envia aula de percussão para crianças e jovens de Santos

O Instituto Arte no Dique, em virtude da pandemia do coronavírus e da necessidade cada vez mais urgente de distanciamento social, segue veiculando diariamente em seu canal do Youtube aulas das oficinas culturais para que os alunos não percam o semestre letivo. A experiência tem se mostrado um sucesso, com total adesão dos alunos e, inclusive, acessos de crianças, jovens e adultos que não são frequentadores dos cursos da instituição. As aulas, vale ressaltar, estão visíveis para qualquer pessoa interessada.

Agora, quem adere ao projeto é o ex-aluno de percussão do instituto e músico Jorge Santos, 22 anos, que mora atualmente em Marselha, na França, onde é músico profissional e leva o legado da organização. Ele ministrou uma aula especial que está disponibilizada no link https://www.youtube.com/watch?v=Yw6cobPFGTc. A aula tem introdução do professor de percussão do Arte no Dique, Edson Cabeça, que foi professor de Jorge.

“O ritmo dessa aula eu aprendi com Mestre Patinho Axé, do grupo Ilê Aiyê, de forte influência da percussão no Brasil e internacionalmente”, diz Jorge. O Ilê Aiyê é o primeiro bloco afro da Bahia, atuando há 46 anos.

“Neste momento difícil em que populações de baixa renda precisam total atenção para conseguirem superar a crise causada pela pandemia, nos comprometemos em manter o ensino das crianças. Nos sentimos orgulhosos em ver o crescimento profissional de jovens que passaram pelo instituto e hoje brilham na Europa e essa retribuição ao passar seu conhecimento para os mais novos”, ressalta o presidente da ONG, José Virgílio Leal de Figueiredo.

Diariamente são disponibilizadas online no canal do Arte no Dique as aulas das oficinas de Capoeira, Artes Visuais, Teatro, Música, Desenho, Desenho, Dança, Jogos e Brincadeiras. As aulas serão postadas de acordo com o conteúdo programático de cada curso. A disponibilização online das aulas continuará enquanto for preciso realizar o distanciamento social sem que os alunos percam o semestre letivo.

Sobre o Arte no Dique


28 de novembro de 2002. Nessa data foi lançada a pedra fundamental do Instituto Arte no Dique. Passados 17 anos, mais de 15 mil pessoas, em grande parte moradores do Dique da Vila Gilda, em Santos, frequentaram as oficinas da instituição, tiveram acesso à cultura e à arte. “Cultura como um todo”, como costuma dizer o presidente da ONG, José Virgílio Leal de Figueiredo, já que o Arte no Dique trabalha, com seus colaboradores, alunos, frequentadores, parceiros, a questão da cidadania. Desde a entrega semanal de leite para a comunidade, até as oficinas de percussão (que deram início ao projeto), violão, dança, informática, customização, as exibições de filmes seguidas de debates, shows. Artistas de renome como Gilberto Gil, Moraes Moreira, Sergio Mamberti, Lecy Brandão, Wilson Simoninha, Hamilton de Holanda, Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Luciano Quirino, entre outros, já se apresentaram no espaço.


Diariamente, cerca de 600 pessoas participam do projeto, que tem a missão de oferecer oportunidade de transformação e desenvolvimento humano e social a crianças, adolescentes, jovens e adultos através da participação da comunidade em ações educativas, de geração de renda, meio ambiente e valorização da cultura popular da região. O trabalho sério, que gerou importantes resultados inclusivos, levou a instituição a tornar-se referência em inclusão social, no Brasil e no exterior, sendo convidada diversas vezes festivais e congressos.

 

 

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