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Atriz Walderez de Barros fala sobre a peça A Semente de Romã, vida de atriz e teatro brasileiro em live do Histórias do Cinema

A página Histórias do Cinema (http://www.facebook.com/historiasdocinemaporandreazenha) do crítico de cinema santista André Azenha, tem realizado, desde o dia 2 de maio, lives semanalmente para abordar temas relativos ao segmento audiovisual. .

As entrevistas são veiculadas simultaneamente em lives pela página do Facebook e no canal www.youtube.com/históriasdocinemaporandréazenha.

Neste sábado, 28 de novembro, 18h, a conversa será com a atriz Walderez de Barros, de extensa carreira no teatro, no cinema e na televisão e que interpreta Ariela na peça A Semente de Romã, em exibição diariamente até 8 de dezembro, gratuitamente, no canal da Companhia da Memória (para conferir a obra é preciso fazer cadastro em https://www.sympla.com.br/a-semente-da-roma__1061486.

Sobre A Semente de Romã

No último dia da apresentação da peça As Três Irmãs, de Tchekhov, seis atores coadjuvantes vivem nos bastidores conflitos pessoais, profissionais e mesmo existenciais enquanto esperam a entrada em cena. Alguns desses conflitos dialogam com as questões dos personagens de Tchekhov que estão em cena, outros são relacionados com o sentido da arte e as dificuldades da profissão. Outros ainda dizem respeito às relações familiares, dificuldades financeiras e conflitos entre os elementos do grupo.



Guilherme é um velho e experiente ator que se nega reconhecer suas limitações físicas e de memória e que sonha morrer no palco; Ariela é também uma velha atriz que chega ao fim da vida envolvida na luta diária pela sobrevivência; Augusto é um ator maduro que enfrenta uma crise existencial relacionada à utilidade da arte que pratica; Kátia é uma atriz que resolve abandonar a profissão de atriz; Tônia, atriz apaixonadamente engajada na luta de sua classe e, finalmente, Díon, um jovem ator que, na convivência com colegas mais velhos e experientes, reafirma sua paixão pelo teatro apesar das dificuldades da profissão.



O espetáculo A Semente da Romã, texto inédito de Luis Alberto de Abreu, com Walderez de Barros, Sérgio Mamberti, Ondina Clais (madrinha do Santos Film Fest – Festival Internacional de Cinema de Santos), Eduardo Estrela, Lavinia Pannunzio e João Vasconcellos no elenco, estreou em versão digital no último dia 21 pela plataforma Sympla. A direção é de Marina Nogaeva Tenório e Ruy Cortez.

A temporada de 19 dias corridos vai até dia 8 de dezembro, com apresentações todos os dias da semana às 21h e aos domingos, às 17h e às 21h, e ainda um ciclo de conversas em três terças-feiras.

O ator Sergio Mamberti será entrevistado do Histórias do Cinema na terça-feira, 1º de dezembro, 19h.



Para conferir o espetáculo gratuitamente é preciso fazer cadastro em https://www.sympla.com.br/a-semente-da-roma__1061486.



Para ver as demais entrevistas e vídeos do Histórias do Cinema acesse www.facebook.com/historiasdocinemaporandreazenha/videos ou www.youtube.com/históriasdocinemaporandréazenha.

Site www.historiasdocinema.com

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: sexta-feira, 27 nov 2020 20:29
  • Cinema   Santos   Cultura   
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Arte no Dique celebra 18 anos de inclusão social pela cultura com homenagem a Moraes Moreira e reta final do festival O Som das Palafitas

28 de novembro de 2002. Nessa data foi lançada a pedra fundamental do Instituto Arte no Dique. Passados 18 anos, mais de 20 mil pessoas, em grande parte moradores do Dique da Vila Gilda, em Santos, frequentaram as oficinas da instituição, tiveram acesso à cultura e à arte. “Cultura como um todo”, como costuma dizer o presidente da ONG, José Virgílio Leal de Figueiredo, já que o Arte no Dique trabalha, com seus colaboradores, alunos, frequentadores, parceiros, a questão da cidadania. Desde a entrega semanal de leite para a comunidade, até as oficinas de percussão (que deram início ao projeto), violão, dança, informática, customização, as exibições de filmes seguidas de debates, shows. Artistas de renome como Moraes Moreira, Sergio Mamberti, Pepeu Gomes, Davi Moraes, Emicida, Fernandinho Beat BOX, Fabiana Coza, Jorge Mautner, Jair Oliveira, Walderez de Barros, Blaxtar, Armandinho Macedo, A Cor do Som (Dadi, Mú, Ari Dias, Armando e Gustavo), Wilson Simoninha, Jair Oliveira, Geraldo Azevedo, Hamilton de Holanda, Sandra de Sá , Moreno Veloso, José Gil, Charles Brow Jr., Gilmelândia, Luciano Calazans, Peu Meurray, Lecy Brandão, Nelson Jacobina, Mestre Marçal, Robertinho Silva, Ferrez, Alexandre de Maio, Luciano Quirino, Ondina Clais, Henrique Dantas, o paratleta Pauê, entre outros, já se apresentaram ou estiveram no espaço.

Diariamente, cerca de 600 pessoas participam do projeto, que tem a missão de oferecer oportunidade de transformação e desenvolvimento humano e social a crianças, adolescentes, jovens e adultos através da participação da comunidade em ações educativas, de geração de renda, meio ambiente e valorização da cultura popular da região. O trabalho sério, que gerou importantes resultados inclusivos, levou a instituição a tornar-se referência em inclusão social, no Brasil e no exterior, sendo convidada diversas vezes festivais e congressos e hoje integra o programa Scholas Ocurrentes, do Vaticano.

Lançamento de obra em homenagem a Moraes Moreira

Para marcar os 18 anos de trabalho, o Instituto Arte no Dique realizará uma cerimônia virtual, na terça, 1º de dezembro, 15h. Na ocasião será inaugurada uma obra de arte em homenagem a Moraes Moreira, padrinho da instituição, concebida pelo artista plástico Jotareli, também responsável pelo quadro em homenagem a Gilberto Gil, que hoje se destaca no prédio da entidade.

“Tenho essa afinidade com o lado social e Moraes Moreira sempre demonstrou essa preocupação. Por isso decidi fazer essa homenagem, além de estar sempre lado a lado com o Arte no Dique, que realiza um trabalho fundamental de inclusão”, afirma Jotarelli.





Festival O Som das Palafitas – últimas apresentações

Após dez apresentações musicais com nomes importantes da música santista, acontece a fase nacional do festival O Som das Palafitas. A cantora Sandra de Sá abriu a agenda no último dia 10 de outubro, seguida de José Gil e Maria no dia 17, os músicos do Charlie Brown Júnior no dia 24, Hamilton de Holanda no dia 31 e José Gil em 7 de novembro e Gilmelândia e Luciano Calazans, em 14 de novembro, e Davi Moraes no dia 21/11.



Armandinho Macedo encerra a programação no dia 28, às 20h, no Facebook do Arte no Dique: www.facebook.com/artenodique.



O festival O Som das Palafitas tem levado anualmente apresentações musicais – gratuitas - de nomes como Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Hamilton de Holanda e A Cor do Som ao Dique da Vila Gilda, em Santos, comunidade onde mais de 25 mil pessoas vivem sobre palafitas, a maior favela do gênero no país e uma das maiores da América Latina.

A iniciativa do Instituto Arte no Dique e presente no calendário oficial da cidade busca promover a democratização do acesso à cultura, a formação de plateia para a música brasileira, o fomento da economia criativa local (moradores da comunidade podem armar barraquinhas e comercializar seus produtos), e o intercâmbio entre músicos consagrados da música popular brasileira e artistas regionais, que sempre abrem os shows.

Em virtude da pandemia do coronavírus, O Som das Palafitas é realizado online este ano. Se há a perda do contato próximo entre artistas e público, por outro lado o evento pode ser acompanhado em qualquer parte do mundo e ganha caráter filantrópico. Durante os shows, transmitidos na página do Facebook da instituição no formato live, há um QR Code no qual as pessoas poderão fazer doações. O valor arrecadado será usado para a compra de equipamentos utilizados pela entidade e instrumentos para as oficinas musicais, e também para a reforma da fachada da entidade.

Outro diferencial que chama a atenção é o aumento do número de atrações e também os destaques de alcance nacional. Em comum, todos os shows contarão ao menos com uma canção composta por Moraes Moreira, homenageado pelo projeto. O cantor e compositor baiano, que faleceu em 13 de abril, é um dos patronos do Arte no Dique. O presidente do instituto, José Virgílio Leal de Figueiredo é conterrâneo de Moraes e foi amigo do autor de clássicos como Acabou Chorare, Preta Pretinha e Pombo Correio, entre muitos outros hits. Moraes já se apresentou no espaço e batiza o estúdio da organização social. “Foi alguém fundamental na história do Arte no Dique, que nos ajudou a abrir portas, trouxe credibilidade para a ONG e levou o nosso nome Brasil afora”, ressalta José Virgílio.



Futuro



O Arte no Dique planeja a construção de um consultório, em parceria com a PUC de São Paulo, para atender à comunidade das palafitas. São 18 anos e muitas lembranças. Passamos por momentos difíceis, de incertezas. Não incerteza quanto à continuidade do trabalho. Mas do mundo, do Brasil, das melhores maneiras de continuarmos em frente. Não raras vezes tivemos que ‘dar nó em pingo d’água’. Veio a pandemia e um ano completamente difícil, atípico, trágico. E mais uma vez uma lição: a necessidade de atuarmos em relação à saúde das pessoas. Saúde física e saúde mental. Por isso, um dos projetos mais urgentes do Arte no Dique passa a ser um consultório que terá psiquiatras e psicólogos. Mais do que nunca devemos estar próximos à comunidade. Continuaremos a luta por melhorar as condições dos mais necessitados, gerar oportunidades, provocar soluções, apoiar políticas afirmativas, inclusivas para que tenhamos realmente um mundo mais justo e equilibrado”, explica José Virgílio.

Sobre o Intercâmbio cultural:



O Intercâmbio Cultural Internacional teve início em 2012. Desde lá, os participantes do Arte no Dique tiveram a oportunidade de visitar e receber artistas e empreendedores sociais de diversos países da América do Sul e Europa. Com isso, foi possível oportunizar a troca, vivência e ganho de repertório cultural e social de crianças e jovens e de todo o público envolvido nessa ação.

Ao longo desse período, dois jovens que frequentavam as oficinas de percussão do Instituto Arte no Dique decidiram viver profissionalmente em solo europeu, eles são: Gabriel Prado, 22 anos, morador de Bari na Itália onde vive há quatro anos, e Jorge Henrique, da mesma idade, morador de Marselha, na França, há dois anos.

Em 2019, oito crianças entre 07 e 12 anos, moradores do Dique da Vila Gilda e de bairros vizinhos, participaram do intercâmbio cultural na Itália, onde viveram com famílias locais, fizeram shows e participaram de oficinas formativas.

Outras informações em www.artenodique.com.br, www.facebook.com/artenodique e www.youtube.com/artenodiquetv

 

 

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Associação dos Artistas completa 20 anos de apoio à cultura

O ano era 2000 e músicos do Litoral Santista se uniram para questionar a Ordem dos Músicos do Brasil, em questões polêmicas que já perduravam por décadas. Essas reivindicações se espalharam pelo território nacional resultando nas mudanças nas leis que regem a categoria. Para que tivesse representatividade legal, foi fundada a Associação dos Músicos.

O sucesso da organização desse coletivo chamou a atenção de artistas de teatro, audiovisual, dança e literatura alterando-se o nome para Associação dos Artistas. Assim, teve início uma série de ações de amparo a esses artistas em produções, convênios junto ao setor público, contratos com empresas, divulgação, cursos de formação, representação jurídica dos produtores, professores, grupos ou bandas.

Essas ações proporcionaram muitas parcerias e contratos, principalmente junto aos governos federal, estaduais, municipais e empresas privadas como Petrobras, Vale, Porto Seguro, Porto de Santos, Ecovias, entre muitas.

Foram atendidos em convênios e parcerias com prefeituras e empresas, cerca de 8 mil alunos nas mais diversas áreas artísticas.

Para marcar o aniversário, em 15 de dezembro será lançado nas redes sociais da Associação um minidocumentário reunindo depoimentos que narram sua trajetória.

Artistas de reconhecimento nacional e internacional como Cesar Camargo Mariano, Alexandre Borges, Hermeto Pascoal, Kenny Brown, além de produtores e artistas da Baixada Santista falam sobre a importância da instituição para a promoção da cultura.

‘‘Ao longo de sua história a Associação dos Artistas pautou pela parceria com os mais diferentes segmentos artísticos, preferencialmente, com cunho sócio cultural. Nunca imaginamos que a Associação fosse crescer tanto, proporcionando aos fazedores de arte essa infinidade de realizações no Brasil e até no exterior. Ser parte dessas realizações, provoca em nossa alma um sentimento maravilhoso de servir, desinteressadamente, o artista e o público. Além disso, ao atender essa vontade de imergir um mundo cultural, a Associação age como transformador social’’, ressalta o diretor da Associação, Arnaldo Catalan.

Trajetória de sucessos

Entre as ações da Associação dos Artistas está a criação da orquestra Jazz Big Band. Formada por alunos, professores e profissionais, se transformou em uma das mais melhores orquestras em atividade no país com apresentações icônicas com Cesar Camargo Mariano, Jorge Vercillo, Danilo Caymmi, Hermeto Pascoal, Liriel Domiciano, os americanos Kenny Brow e Mark Lambert, Kleiton & Kledir, Sabrina Parlatori, Wilson Simoninha, Orquestra Sinfônica de Santos, entre outras centenas de shows.

A Associação dos Artistas tem em seu histórico a participação, representação jurídica, produção, realização, convênios ou parcerias em festivais, eventos e projetos como Santos Film Fest – Festival Internacional de Cinema de Santos, Curta Santos, Rio-Santos Bossa Fest, Santos Jazz Festival, FESTA, Tocando Santos (em parceria com o SESC), Encenação da Fundação da Vila de São Vicente, Encenação da Independência em Cubatão, Festival Danado de Bom (Cubatão), Arraial Pé da Serra (parceira com a Prefeitura de Praia Grande), Sala de Visita ao Pé do Coreto, 48 emendas parlamentares federais, estaduais e municipais, 7 contratos com artistas nacionais que se apresentaram em Frankfurt, Cuba, Argentina, Itália e Portugal, 1855 contratos com SESC pelo Brasil, 81 apresentações do musical “Sinatra – O Homem e a Música”, musical “Só dá Lalá”, no centenário de Lamartine Babo, com participação de centenas de alunos da Academia de Artes e São Vicente.

Atuou em parceria com a TV Tribuna/Afiliada da Globo no Litoral Paulista e Vale do Ribeira, nos lançamentos dos filmes: “Menino da Porteira”, “Orquestra de Meninos” e “Simonal – Ninguém Sabe o Duro Que Dei”, todos em 2008.

Outras informações:

Site: www.associacaodosartistas.org.br

Fotos: http://www.associacaodosartistas.org.br/?p=fotos

Vídeos: http://www.associacaodosartistas.org.br/?p=videos

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: quarta-feira, 25 nov 2020 15:04
  • Cultura   Santos   Artistas   
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Criando Oportunidades de Cubatão realiza apresentações virtuais a partir de 04/12

Enquanto acontecem as oficinas formativas do programa Criando Oportunidades, de Cubatão, os grupos do projeto realizarão diversas apresentações virtuais a partir de 4 de dezembro, quando o Coral Zanzalá fará seu concerto a partir das 19h. Todas as apresentações serão transmitidas pelas redes sociais da ASABAMC – Associação dos Amigos da Banda Marcial de Cubatão, no Facebook (www.facebook.com/asabamc) e Youtube (https://www.youtube.com/channel/UCTr384e8goCKokcpkdv8oHg).



A programação seguirá até 20 de dezembro, quando acontecerá a apresentação resultante das oficinas do Programa Criando Oportunidades 2020, com Banda Marcial Infantil e Corpo Coreográfico Infantil.



Programação completa a seguir:





Dia 04/12 (sexta-feira), 19h
Coral Zanzalá

Programa – MPB – especial Milton Nascimento

Regente Nailse Machado

Regente Adjunta Maria Fernanda Tavares



Dia 05/12 (sábado), 14h
Coral Raízes da Serra

Programa – Músicas do cancioneiro brasileiro

Regente Sandra Diogo Moço



Dia 06/12 (domingo), 18h
Orquestra de Metais e Percussão da Banda Marcial de Cubatão

Programa alusivo aos 30 anos do grupo, reunindo trilhas de filmes, séries, músicas internacionais, entre outras – Parte 1

Maestro Titular: Alexandre Felipe Gomes

Maestro convidado: Rubens Mattos



Dia 12/12 (sábado), 19h
Coral Zanzalá

Programa Eclético

Regente Nailse Machado

Regente Adjunta Maria Fernanda Tavares



Dia 13/12 (domingo), 18h
Corpo Coreográfico da Banda Marcial de Cubatão

Programa – Movimento on line

Coreógrafa - Jhully Batista

Assistente – Juliana Melo



Dia 18/12 (sexta-feira), 19h
Coral Zanzalá (Natal)

Concerto temático natalino

Regente Nailse Machado

Regente Adjunta Maria Fernanda Tavares



Dia 19/12 (sábado), 18h
Orquestra de Metais e Percussão da Banda Marcial de Cubatão

Programa alusivo aos 30 anos do grupo – Parte 2

Maestro Titular: Alexandre Felipe Gomes

Maestro Assistente: Willians Duarte



Dia 20/12 (domingo), 14h
Banda Marcial Infantil e Corpo Coreográfico Infantil

Amostra dos resultados das oficinas do Programa Criando Oportunidades 2020.

Maestro Willians Duarte

Coreógrafo – Everton Andrade



Facebook – www.facebook.com/asabamc



Canal ASABAMC Associação https://www.youtube.com/channel/UCTr384e8goCKokcpkdv8oHg.







O Programa Criando Oportunidades 2020, é uma parceria da ASABAMC- Associação dos Amigos da Banda Marcial de Cubatão com a Prefeitura de Cubatão, através da Secretaria de Cultura, por meio de emendas impositivas da Câmara - Termo de Fomento 008/2020.

Sobre o Criando Oportunidades 2020

Informações do Programa Criando Oportunidades podem ser acompanhadas na página do Facebook – ASABAMC – Associação Amigos da Banda Marcial de Cubatão: https://www.facebook.com/ASABAMC.

 

 

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Arte no Dique celebra 18 anos de inclusão social pela cultura com homenagem a MoraesMoreira e reta final do festival O Som das Palafitas

Arte no Dique celebra 18 anos de inclusão social pela cultura com homenagem a Moraes Moreira e reta final do festival O Som das Palafitas

Sábado, 28 de novembro, 16h, haverá inauguração de obra do artista plástico Jotarelli em homenagem ao cantor e compositor. Davi Moraes e Armandinho Macedo fazem shows respectivamente dias 21 e 28/11, sempre às 20h, nas redes sociais da instituição.



28 de novembro de 2002. Nessa data foi lançada a pedra fundamental do Instituto Arte no Dique. Passados 18 anos, mais de 20 mil pessoas, em grande parte moradores do Dique da Vila Gilda, em Santos, frequentaram as oficinas da instituição, tiveram acesso à cultura e à arte. “Cultura como um todo”, como costuma dizer o presidente da ONG, José Virgílio Leal de Figueiredo, já que o Arte no Dique trabalha, com seus colaboradores, alunos, frequentadores, parceiros, a questão da cidadania. Desde a entrega semanal de leite para a comunidade, até as oficinas de percussão (que deram início ao projeto), violão, dança, informática, customização, as exibições de filmes seguidas de debates, shows. Artistas de renome como Moraes Moreira, Sergio Mamberti, Pepeu Gomes, Davi Moraes, Emicida, Fernandinho Beat BOX, Fabiana Coza, Jorge Mautner, Jair Oliveira, Walderez de Barros, Blaxtar, Armandinho Macedo, A Cor do Som (Dadi, Mú, Ari Dias, Armando e Gustavo), Wilson Simoninha, Jair Oliveira, Geraldo Azevedo, Hamilton de Holanda, Sandra de Sá , Moreno Veloso, José Gil, Charles Brow Jr., Gilmelândia, Luciano Calazans, Peu Meurray, Lecy Brandão, Nelson Jacobina, Mestre Marçal, Robertinho Silva, Ferrez, Alexandre de Maio, Luciano Quirino, Ondina Clais, Henrique Dantas, o paratleta Pauê, entre outros, já se apresentaram ou estiveram no espaço.

Diariamente, cerca de 600 pessoas participam do projeto, que tem a missão de oferecer oportunidade de transformação e desenvolvimento humano e social a crianças, adolescentes, jovens e adultos através da participação da comunidade em ações educativas, de geração de renda, meio ambiente e valorização da cultura popular da região. O trabalho sério, que gerou importantes resultados inclusivos, levou a instituição a tornar-se referência em inclusão social, no Brasil e no exterior, sendo convidada diversas vezes festivais e congressos e hoje integra o programa Scholas Ocurrentes, do Vaticano.

Lançamento de obra em homenagem a Moraes Moreira

Para marcar os 18 anos de trabalho, o Instituto Arte no Dique realizará uma cerimônia virtual, no sábado, 28 de novembro, 16h. Na ocasião será inaugurada uma obra de arte em homenagem a Moraes Moreira, padrinho da instituição, concebida pelo artista plástico Jotareli, também responsável pelo quadro em homenagem a Gilberto Gil, que hoje se destaca no prédio da entidade.

“Tenho essa afinidade com o lado social e Moraes Moreira sempre demonstrou essa preocupação. Por isso decidi fazer essa homenagem, além de estar sempre lado a lado com o Arte no Dique, que realiza um trabalho fundamental de inclusão”, afirma Jotarelli.





Festival O Som das Palafitas – últimas apresentações

Após dez apresentações musicais com nomes importantes da música santista, acontece a fase nacional do festival O Som das Palafitas. A cantora Sandra de Sá abriu a agenda no último dia 10 de outubro, seguida de José Gil e Maria no dia 17, os músicos do Charlie Brown Júnior no dia 24, Hamilton de Holanda no dia 31 e José Gil em 7 de novembro e Gilmelândia e Luciano Calazans em 14 de novembro.



Davi Moraes, filho de Moraes Moreira, se apresenta em 21 de novembro. Já Armandinho Macedo encerra a programação no dia 28. Os shows acontecem sempre às 20h, no Facebook do Arte no Dique: www.facebook.com/artenodique.



O festival O Som das Palafitas tem levado anualmente apresentações musicais – gratuitas - de nomes como Armandinho Macedo, Luiz Caldas, Geraldo Azevedo, Hamilton de Holanda e A Cor do Som ao Dique da Vila Gilda, em Santos, comunidade onde mais de 25 mil pessoas vivem sobre palafitas, a maior favela do gênero no país e uma das maiores da América Latina.

A iniciativa do Instituto Arte no Dique e presente no calendário oficial da cidade busca promover a democratização do acesso à cultura, a formação de plateia para a música brasileira, o fomento da economia criativa local (moradores da comunidade podem armar barraquinhas e comercializar seus produtos), e o intercâmbio entre músicos consagrados da música popular brasileira e artistas regionais, que sempre abrem os shows.

Em virtude da pandemia do coronavírus, O Som das Palafitas é realizado online este ano. Se há a perda do contato próximo entre artistas e público, por outro lado o evento pode ser acompanhado em qualquer parte do mundo e ganha caráter filantrópico. Durante os shows, transmitidos na página do Facebook da instituição no formato live, há um QR Code no qual as pessoas poderão fazer doações. O valor arrecadado será usado para a compra de equipamentos utilizados pela entidade e instrumentos para as oficinas musicais, e também para a reforma da fachada da entidade.

Outro diferencial que chama a atenção é o aumento do número de atrações e também os destaques de alcance nacional. Em comum, todos os shows contarão ao menos com uma canção composta por Moraes Moreira, homenageado pelo projeto. O cantor e compositor baiano, que faleceu em 13 de abril, é um dos patronos do Arte no Dique. O presidente do instituto, José Virgílio Leal de Figueiredo é conterrâneo de Moraes e foi amigo do autor de clássicos como Acabou Chorare, Preta Pretinha e Pombo Correio, entre muitos outros hits. Moraes já se apresentou no espaço e batiza o estúdio da organização social. “Foi alguém fundamental na história do Arte no Dique, que nos ajudou a abrir portas, trouxe credibilidade para a ONG e levou o nosso nome Brasil afora”, ressalta José Virgílio.



Futuro



O Arte no Dique planeja a construção de um consultório, em parceria com a PUC de São Paulo, para atender à comunidade das palafitas. São 18 anos e muitas lembranças. Passamos por momentos difíceis, de incertezas. Não incerteza quanto à continuidade do trabalho. Mas do mundo, do Brasil, das melhores maneiras de continuarmos em frente. Não raras vezes tivemos que ‘dar nó em pingo d’água’. Veio a pandemia e um ano completamente difícil, atípico, trágico. E mais uma vez uma lição: a necessidade de atuarmos em relação à saúde das pessoas. Saúde física e saúde mental. Por isso, um dos projetos mais urgentes do Arte no Dique passa a ser um consultório que terá psiquiatras e psicólogos. Mais do que nunca devemos estar próximos à comunidade. Continuaremos a luta por melhorar as condições dos mais necessitados, gerar oportunidades, provocar soluções, apoiar políticas afirmativas, inclusivas para que tenhamos realmente um mundo mais justo e equilibrado”, explica José Virgílio.

Sobre o Intercâmbio cultural:



O Intercâmbio Cultural Internacional teve início em 2012. Desde lá, os participantes do Arte no Dique tiveram a oportunidade de visitar e receber artistas e empreendedores sociais de diversos países da América do Sul e Europa. Com isso, foi possível oportunizar a troca, vivência e ganho de repertório cultural e social de crianças e jovens e de todo o público envolvido nessa ação.

Ao longo desse período, dois jovens que frequentavam as oficinas de percussão do Instituto Arte no Dique decidiram viver profissionalmente em solo europeu, eles são: Gabriel Prado, 22 anos, morador de Bari na Itália onde vive há quatro anos, e Jorge Henrique, da mesma idade, morador de Marselha, na França, há dois anos.

Em 2019, oito crianças entre 07 e 12 anos, moradores do Dique da Vila Gilda e de bairros vizinhos, participaram do intercâmbio cultural na Itália, onde viveram com famílias locais, fizeram shows e participaram de oficinas formativas.

Outras informações em www.artenodique.com.br, www.facebook.com/artenodique e www.youtube.com/artenodiquetv

 

 

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