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Campanha busca arrecadar mil cestas básicas para Dique da Vila Gilda, onde está a maior favela sobre palafitas do Brasil, em Santos

Pandemia afeta profundamente áreas mais vulneráveis. Cerca de 26 mil pessoas vivem em condições precárias e a famílias com dificuldade em ter o que comer. Instituto Arte no Dique busca amenizar dificuldades.

“Moro com meus três filhos. Antes da pandemia começar, eu trabalhava num salão de cabeleireiro e manicure. Fazia unha, cabelo. Depois que a pandemia chegou, continuamos trabalhando com máscara, tudo. Mas a clientela diminuiu. As nossas clientes eram pessoas com mais idade. E o salão veio à falência. Agora estou procurando fazer bicos. Mas está bem difícil. Sobrevivemos da ajuda de vizinhos, familiares, para termos o que comer. Essa pandemia acabou conosco. A ajuda da campanha das cestas básicas será fundamental”. Deborah Francys de Almeida, 28 anos, é moradora do Dique da Vila Gilda, em Santos, onde está a maior favela sobre palafitas do Brasil. Assim como ela, milhares de pessoas têm enfrentado extremas dificuldades causadas pela pandemia e, consequentemente, a falta de empregos, o término do auxílio emergencial, e outros fatores que levam famílias inteiras a não ter o que pôr na mesa para matar a fome.

Para tentar amenizar a situação desesperadora, o Instituto Arte no Dique, criou uma campanha para arrecadar cestas básicas. Intitulada “No dique, gente é para brilhar, não pra morrer de fome!”, frases tiradas da canção “Gente”, de Caetano Veloso, a iniciativa visa arrecadar cestas básicas para mil famílias do Dique da Vila Gilda. Pessoas e empresas interessadas podem contribuir diretamente com depósitos ou transferências para a conta Banco do Brasil, agência 6698-2, conta corrente 12.905-4, CNPJ - 07.269.609/0001-00. Quem preferir, pode entregar cestas básicas diretamente na sede do instituto à Rua Brigadeiro Faria Lima, 1349, Rádio Clube.

“Temos informado, avisado, debatido essa questão há um ano, desde que a pandemia foi divulgada pela OMS. Sabíamos que nas comunidades vulneráveis os problemas seriam muito mais profundos, complexos, pois há famílias de cinco, seis, dez pessoas que dividem espaços pequenos, com poucos cômodos ou um somente. E com a necessidade de distanciamento social, pequenos comércios fechando, os moradores do Dique seriam extremamente afetados e, não tardaria, teriam dificuldade em ter o que comer. Não vemos uma preocupação por parte do governo federal com as comunidades vulneráveis e não podemos ficar sem tentar fazer algo. Pedimos, a quem puder, que se sensibilize e ajude de alguma forma. Um mundo onde pessoas não têm o que comer é um mundo que não deu certo”, ressalta o presidente do Instituto Arte no Dique, José Virgílio Leal de Figueiredo.

O Arte no Dique atua há 18 anos no Dique da Vila Gilda, em Santos, onde 26 mil pessoas vivem sobre palafitas. A ONG trabalha, com seus colaboradores, alunos, frequentadores, parceiros, a questão da cidadania. Desde a entrega semanal de leite para a comunidade, até as oficinas de percussão (que deram início ao projeto), violão, dança, informática, customização, as exibições de filmes seguidas de debates, shows. Artistas de renome como Moraes Moreira, Sergio Mamberti, Pepeu Gomes, Davi Moraes, Emicida, Fernandinho Beat BOX, Fabiana Coza, Jorge Mautner, Jair Oliveira, Walderez de Barros, Blaxtar, Armandinho Macedo, A Cor do Som (Dadi, Mú, Ari Dias, Armando e Gustavo), Wilson Simoninha, Jair Oliveira, Geraldo Azevedo, Hamilton de Holanda, Sandra de Sá , Moreno Veloso, José Gil, Charles Brow Jr., Gilmelândia, Luciano Calazans, Peu Meurray, Lecy Brandão, Nelson Jacobina, Mestre Marçal, Robertinho Silva, Ferrez, Alexandre de Maio, Luciano Quirino, Ondina Clais, Henrique Dantas, o paratleta Pauê, entre outros, já se apresentaram ou estiveram no espaço.
Diariamente, cerca de 600 pessoas participam do projeto, que tem a missão de oferecer oportunidade de transformação e desenvolvimento humano e social a crianças, adolescentes, jovens e adultos através da participação da comunidade em ações educativas, de geração de renda, meio ambiente e valorização da cultura popular da região. O trabalho sério, que gerou importantes resultados inclusivos, levou a instituição a tornar-se referência em inclusão social, no Brasil e no exterior, sendo convidada diversas vezes festivais e congressos e hoje integra o programa Scholas Ocurrentes, do Vaticano.
Serviço:
Campanha “No dique, gente é para brilhar, não pra morrer de fome!”
Doações - Banco do Brasil, agência 6698-2, conta corrente 12.905-4, CNPJ - 07.269.609/0001-00. Quem preferir, pode entregar cestas básicas diretamente na sede do instituto à Rua Brigadeiro Faria Lima, 1349, Rádio Clube.

Outras informações: www.artenodique.com.br e www.facebook.com/artenodique

 

 

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Arte no Dique lança série documental sobre participação de alunos nos carnavais de Salvador

Com sua pedra fundamental lançada em 28 de novembro de 2002, o Instituto Arte no Dique, ONG localizada no Dique da Vila Gilda, em Santos, onde está a maior favela sobre palafitas do Brasil, teve desde início como seu carro-chefe a questão do tambor: herança da relação do presidente do instituto, o soteropolitano José Virgílio Leal de Figueiredo, com o Olodum, famoso grupo percussivo baiano reconhecido internacionalmente e do qual foi produtor.

Essa relação está presente intensamente na história do Arte no Dique: em seus primeiros, a Banda Querô, formada por ex-alunos das oficinas de percussão e música da instituição, fez cerca de dez shows no Carnaval de Salvador. “Essas apresentações foram fundamentais para o intercâmbio cultural e amadurecimento destes jovens, que se tornaram profissionais da música e levariam sua arte a vários países”, ressalta José Virgílio.

Agora, em tempos difíceis de pandemia e distanciamento social, sem a realização do carnaval, o Arte no Dique decidiu rememorar essa trajetória ao lançar a série documental “Do Dique da Vila Gilda ao Pelô”. “Pelô”, de Pelourinho, famoso reduto cultural e turístico da capital baiana. Serão quatro episódios, de dez minutos de duração cada um, que serão exibidos gratuitamente nas redes sociais do Arte no Dique, de 13 a 16 de fevereiro, sempre às 19h.

A obra tem direção do próprio Virgílio e Felipe Seguro, a partir de roteiro de Felipe e Marcos Vinicius e produção de Felipe, Marcos e Nice Gonçalvez. Nela, surgem imagens das apresentações da Banda Querô no Carnaval de Salvador, bem como são entrevistados personagens importantes desta história: a cantora Joh Correia, os jovens Gabriel Prado e Jorge Henrique, que atualmente atuam como músicos profissionais respectivamente na Itália e na França, colaboradores e alunos do Arte no Dique e moradores do Dique da Vila Gilda na época das apresentações e artistas e produtores culturais baianos, além de Ubiratan (Bira Afrosamba), ex-músico do Olodum, primeiro cantor e compositor da Banda Querô e Professor de Percussão.

“Se estivéssemos em situação de normalidade, faríamos um carnaval no Arte no Dique, pois sempre buscamos realizar ações culturais que envolvam a comunidade. Infelizmente, com a demora na vacinação, segue e necessidade em cuidarmos das pessoas, de preservamos o distanciamento social, mas não deixaremos passar em branco uma data tão importante na trajetória de tantos jovens. Daí surgiu a ideia do documentário: relembramos momentos inesquecíveis, que abriram muitas portas, e termos a noção de que precisamos superar a pandemia para voltarmos a nos encontrar”, ressalta Virgílio.

As apresentações musicais da Banda Querô no Carnaval de Salvador foram o início de vários intercâmbios culturais promovidos pelo Arte no Dique, que culminaram em viagens de alunos da instituição à Itália, nos últimos anos, onde puderam se apresentar e ter aulas do idioma e a cultura local, participar de workshops.



Serviço:
Série “Do Dique da Vila Gilda ao Pelo”
De 13 a 16 de fevereiro, sempre 19h
Exibição gratuita: www.youtube.com/artenodiquetv e www.facebook.com/artenodique



Mais sobre o Arte no Dique

28 de novembro de 2002. Nessa data foi lançada a pedra fundamental do Instituto Arte no Dique. Passados 18 anos, mais de 20 mil pessoas, em grande parte moradores do Dique da Vila Gilda, em Santos, frequentaram as oficinas da instituição, tiveram acesso à cultura e à arte. “Cultura como um todo”, como costuma dizer o presidente da ONG, José Virgílio Leal de Figueiredo, já que o Arte no Dique trabalha, com seus colaboradores, alunos, frequentadores, parceiros, a questão da cidadania. Desde a entrega semanal de leite para a comunidade, até as oficinas de percussão (que deram início ao projeto), violão, dança, informática, customização, as exibições de filmes seguidas de debates, shows. Artistas de renome como Moraes Moreira, Sergio Mamberti, Pepeu Gomes, Davi Moraes, Emicida, Fernandinho Beat BOX, Fabiana Coza, Jorge Mautner, Jair Oliveira, Walderez de Barros, Blaxtar, Armandinho Macedo, A Cor do Som (Dadi, Mú, Ari Dias, Armando e Gustavo), Wilson Simoninha, Jair Oliveira, Geraldo Azevedo, Hamilton de Holanda, Sandra de Sá , Moreno Veloso, José Gil, Charles Brow Jr., Gilmelândia, Luciano Calazans, Peu Meurray, Lecy Brandão, Nelson Jacobina, Mestre Marçal, Robertinho Silva, Ferrez, Alexandre de Maio, Luciano Quirino, Ondina Clais, Henrique Dantas, o paratleta Pauê, entre outros, já se apresentaram ou estiveram no espaço.

Diariamente, cerca de 600 pessoas participam do projeto, que tem a missão de oferecer oportunidade de transformação e desenvolvimento humano e social a crianças, adolescentes, jovens e adultos através da participação da comunidade em ações educativas, de geração de renda, meio ambiente e valorização da cultura popular da região. O trabalho sério, que gerou importantes resultados inclusivos, levou a instituição a tornar-se referência em inclusão social, no Brasil e no exterior, sendo convidada diversas vezes festivais e congressos e hoje integra o programa Scholas Ocurrentes, do Vaticano.

 

 

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Santos Film Fest abre inscrições para as mostras competitivas

Santos Film Fest - Festival Internacional de Cinema de Santos chega em 2021 em uma edição especial, virtual. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 8 de fevereiro, para as Mostras Competitivas nacionais – com produções audiovisuais brasileiras contemporâneas–, e internacionais – apresentando ao público produções que nem sempre encontram espaço no circuito comercial por aqui – aceitando apenas filmes realizados por mulheres para as mostras competitivas. Os melhores curtas e longas-metragens serão premiados pelo júri e pelo voto popular.

 

O Festival vem ressaltando a importância da representatividade, com filmes e presenças de artistas negros, LGBTQIA+ e mulheres, e nesta edição especial, que acontece entre os dias 16 e 23 de março, dá protagonismo integral à presença das mulheres no mercado audiovisual.

Nesta edição especial online serão apresentados cerca de 60 filmes, entre curtas e longas-metragens, nacionais e internacionais, divididos em diversas mostras e categorias, além das atividades, como as rodas de conversa e workshops com profissionais da área.

Como nos anos anteriores, quando homenageou personalidades do cinema como os atores Luciano Quirino, Ondina Clais, Julia Katharine, Paulo Betti, os diretores Sérgio Rezende, Eliane Caffé, Angela Zoé e Daniel Rezende, entre outros, este ano prestará tributo à importantes profissionais mulheres do cinema brasileiro.

Já para a 6ª edição, que pretende ser presencial, entre 22 a 29 de junho, o foco será a produção nacional de filmes infantis, animações e produções de gênero (ficção científica, terror, ação).

 

 

O FESTIVAL

Realizado com sucesso em 2014 e 2015, ainda como Mostra Cine Brasil Cidadania, reunindo filmes de longa-metragem brasileiros contemporâneos inéditos na Baixada Santista, a partir de 2016, com a inclusão de produções estrangeiras e a necessidade de atender à demanda e aumentar a programação, passou a se chamar Santos Film Fest - Festival Internacional de Cinema de Santos.

Nestes cinco anos, exibiu cerca de 300 filmes, nacionais e internacionais, promoveu mais de 80 atividades formativas gratuitas entre bate-papos, oficinas e masterclasses, além de exposições e apresentações musicais com artistas regionais, envolvendo mais de 400 profissionais das mais diversas áreas culturais.

Com o tema De Retomada à Retomada: Resistiremos!, a primeira edição online do Festival, em 2020, exibiu aproximadamente 70 filmes, através da plataforma de streaming Videocamp,  tornando-o um evento bem mais amplo, alcançando diversas cidades no Brasil e países como África do Sul, Alemanha, Argentina, Chile, Estados Unidos, Filipinas, Holanda, Itália, Irlanda, Irlanda, Japão, Portugal, entre outros.

 

SANTOS E O CINEMA

A relação da cidade com o cinema nasceu em 1897, com sua primeira exibição cinematográfica, e, a partir daí, os santistas se apaixonaram pelo cinema, chegando a ser a cidade com maior número de salas por habitante do Brasil nos anos 30, a famosa “Cinelândia” – hoje tem 22 salas comerciais e 5 públicas de cinema, além de cineclubes, projeto de cinema itinerante e cursos de graduação e pós-graduação em audiovisual.

Na Baixada Santista, importantes festivais pavimentaram o caminho, como o Festival de Guarujá, nos anos 70, e o Festival de Cinema Brasileiro de São Vicente, na virada do século. O Santos Film Fest presenteou a baixada com um festival internacional apresentando longas-metragens e sua maior edição foi em 2018, com mais de 100 filmes – pela primeira vez na região um festival apresentou programação tão extensa.

Santos Film Fest - Festival de Cinema de Santos – edição especial online é realizado através do ProAC, Programa de Ação Cultural da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, com recursos da Lei Aldir Blanc, Ministério do Turismo, Governo Federal, com apoio do Sesc Santos e da UniSantos. O evento é dirigido pelos produtores André Azenha e Paula Azenha.

 

 

www.santosfilmfest.com

www.youtube.com/santosfilmfest

www.facebook.com/santosfilmfest 

www.instagram.com/santosfilmfest

Whatsapp para dúvidas sobre as inscrições: +55 13 99614-0963

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: segunda-feira, 18 jan 2021 15:16Atualizado em: segunda-feira, 18 jan 2021 17:32
  • Cinema   Santos   Festival   
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Cine Roxy 6 recebe estátuas da Mulher-Maravilha a partir de 18/12

Duas estátuas de “Mulher-Maravilha 1984” ficarão expostas no Cine Roxy 6, de São Vicente (Rua Frei Gaspar, 365, Centro, no Shopping), de 18 de dezembro a 4 de janeiro, sempre das 14h às 22h, no hall do cinema.

As obras são oficiais e foram cedidas pela Warner Bros. e estão circulando as principais redes de cinema do país. O filme, que dá sequência ao sucesso de 2017, já terá sessões de pré-estreia no Cine Roxy a partir de 16 de dezembro.

Esta é mais uma ação em parceria do Cine Roxy com a Warner Bros. Pictures Brasil, que já rendeu diversos eventos exclusivos na Baixada Santista.

Sobre Mulher-Maravilha 1984

Com a diretora Patty Jenkins de volta ao comando e Gal Gadot no papel-título, Mulher-Maravilha 1984, da Warner Bros. Pictures, é a sequência da estreia da super-heroína da DC como protagonista nas telas de cinema com o filme "Mulher-Maravilha", que em 2017 quebrou recordes e arrecadou US$ 822 milhões nas bilheterias mundiais. O filme também tem em seu elenco Chris Pine como Steve Trevor, Kristen Wiig como Mulher-Leopardo, Pedro Pascal como Max Lord, Robin Wright como Antíope e Connie Nielsen como Hipólita.

Charles Roven, Deborah Snyder, Zack Snyder, Patty Jenkins, Gal Gadot e Stephen Jones produzem o filme. Rebecca Steel Roven Oakley, Richard Suckle, Marianne Jenkins, Geoff Johns, Walter Hamada, Chantal Nong Vo e Wesley Coller são os produtores-executivos.

Patty Jenkins dirigiu a partir de um roteiro que ela escreveu com Geoff Johns & David Callaham, uma história de Jenkins & Johns, baseada nos personagens da DC. Juntando-se à diretora nos bastidores estão vários membros de sua equipe de Mulher-Maravilha, incluindo o diretor de fotografia Matthew Jensen, a designer de produção indicada ao Oscar Aline Bonetto (O Fabuloso Destino de Amélie Poulin), e a figurinista ganhadora do Oscar Lindy Hemming (Topsy-Turvy: O Espetáculo). O editor indicado ao Oscar Richard Pearson (Voo United 93) está editando o filme. A música é do compositor ganhador do Oscar Hans Zimmer (Dunkirk, O Rei Leão).

Trailer oficial: https://www.youtube.com/watch?v=EML0bbLrsGs



Estátuas de Mulher-Maravilha 1984
De 18 de dezembro a 4 de janeiro, sempre das 14h ás 22h
Cine Roxy 6 – Rua Frei Gaspar, 365, Centro, Brisamar Shopping, São Vicente. Visitação gratuita.
Para ver o filme, os ingressos estão à venda em www.cineroxy.com.br

 

 

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Apresentações musicais do Criando Oportunidades, de Cubatão, seguem até 20/12

Enquanto acontecem as oficinas formativas do programa Criando Oportunidades, de Cubatão, os grupos do projeto realizam diversas apresentações virtuais até 20 de dezembro. Todas as apresentações são transmitidas pelas redes sociais da ASABAMC – Associação dos Amigos da Banda Marcial de Cubatão, no Facebook (www.facebook.com/asabamc) e Youtube (https://www.youtube.com/channel/UCTr384e8goCKokcpkdv8oHg).



No encerramento da programação, em 20 de dezembro, acontecerá a apresentação resultante das oficinas do Programa Criando Oportunidades 2020, com Banda Marcial Infantil e Corpo Coreográfico Infantil.



Programação completa a seguir:





Dia 12/12 (sábado), 19h
Coral Zanzalá

Programa Eclético

Regente Nailse Machado

Regente Adjunta Maria Fernanda Tavares



Dia 13/12 (domingo), 18h
Corpo Coreográfico da Banda Marcial de Cubatão

Programa – Movimento on line

Coreógrafa - Jhully Batista

Assistente – Juliana Melo



Dia 18/12 (sexta-feira), 19h
Coral Zanzalá (Natal)

Concerto temático natalino

Regente Nailse Machado

Regente Adjunta Maria Fernanda Tavares



Dia 19/12 (sábado), 18h
Orquestra de Metais e Percussão da Banda Marcial de Cubatão

Programa alusivo aos 30 anos do grupo – Parte 2

Maestro Titular: Alexandre Felipe Gomes

Maestro Assistente: Willians Duarte



Dia 20/12 (domingo), 14h
Banda Marcial Infantil e Corpo Coreográfico Infantil

Amostra dos resultados das oficinas do Programa Criando Oportunidades 2020.

Maestro Willians Duarte

Coreógrafo – Everton Andrade



Facebook – www.facebook.com/asabamc



Canal ASABAMC Associação https://www.youtube.com/channel/UCTr384e8goCKokcpkdv8oHg.







O Programa Criando Oportunidades 2020, é uma parceria da ASABAMC- Associação dos Amigos da Banda Marcial de Cubatão com a Prefeitura de Cubatão, através da Secretaria de Cultura, por meio de emendas impositivas da Câmara - Termo de Fomento 008/2020.

Sobre o Criando Oportunidades 2020

Informações do Programa Criando Oportunidades podem ser acompanhadas na página do Facebook – ASABAMC – Associação Amigos da Banda Marcial de Cubatão: https://www.facebook.com/ASABAMC.

 

 

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  • Publicado por: Sarah Campos
  • Postado em: segunda-feira, 14 dez 2020 20:32
  • Cultura   Cubatão   Música   
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