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Não basta ser comercial, tem que emocionar!

Certamente você já deve ter ouvido várias vezes a frase "Não basta ser pai, é preciso participar". Mas sabe como ela se popularizou? Pela TV! E mais especificamente por um comercial da pomada Gelol, levado ao ar em 1983.

Os comerciais com tropeções e quedas deixaram a marca do anti-inflamatório e anestésico bastante famoso pelo humor ao longo dos anos. Neste, porém, a emoção é que dá o tom.

Com criação e direção de Duda Mendonça (sim, o mesmo marqueteiro da campanha à presidência de Luiz Inácio Lula da Silva) para a agência DM9, a história gira em torno do pai que é acordado pelo filho para vê-lo jogar em um campeonato. Mas ele começa no banco para desespero dele e da irmã do garoto.

Como em uma boa trama de suspense, o menino recebe a chance de entrar, faz uma bela jogada e sofre pênalti. O pai, então, invade o campo, usa Gelol e coloca o filho em ponto de bala para efetuar a cobrança. Lógico que o gol sai, vem a festa e a frase clássica, acompanhada da outra que vende: "Não basta ser remédio, tem que ser Gelol".

O comercial feito para Gelol ganhou o Leão de Bronze no Festival de Cannes, na França, principal evento do mercado publicitário.

Mais do que ler sobre o comercial, é melhor relembrá-lo. Não há como não se emocionar!

Esta é apenas uma ínfima parte do acervo que você pode contribuir para manter vivo. O valor mínimo é R$ 20,00. Confira no link https://www.vakinha.com.br/vaquinha/por-um-acervo-esportivo-jornalistico-e-de-itens-historicos-vivo?fbclid=IwAR2RVxbNmQ_pprnzsj-RR7ZJE3Dt/zWLyy8nS6UGjCo9mTh2J0XZcp2XpKhY


 

 

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