Reprodução internet Reprodução internet

Quando as TVs dormiam de madrugada...

A qualquer hora do dia em que alguém ligar o televisor, encontrará programação disponível em todos os canais. Mas nem sempre as emissoras tiveram atrações durante 24 horas.

A partir de um determinado período, já durante os anos 80 e não em todos os canais, os finais de semana eram mais preenchidos, especialmente de sábado para domingo. Nos dias de semana, porém, não era assim.

Quando se encerrava a programação, então, era hora de informar ao telespectador o que ele poderia conferir no dia seguinte. E a emissora saía do ar., com barras coloridas, sem cores ou com chuviscos. O mesmo acontecia já no fim da madrugada ou início da manhã.

O blog Arquivos1000, do Santaportal, traz uma raridade do seu acervo: um dos encerramentos de programação mais antigos postados no YouTube. Nele é mostrado o que iria ao ar na Rede Globo há 36 anos, em 20 de abril de 1984, uma Sexta-Feira Santa tal como este 10 de abril de 2020.

Esta é apenas uma ínfima parte do acervo que você pode contribuir para manter vivo. O valor mínimo é R$ 20,00. Confira no link https://www.vakinha.com.br/vaquinha/por-um-acervo-esportivo-jornalistico-e-de-itens-historicos-vivo?fbclid=IwAR2RVxbNmQ_pprnzsj-RR7ZJE3Dt/zWLyy8nS6UGjCo9mTh2J0XZcp2XpKhY

 

 

Leia Mais
  • Publicado por: Ted Sartori
  • Postado em: sexta-feira, 10 abr 2020 10:48Atualizado em: sexta-feira, 10 abr 2020 10:48
  • Programação   TV   fora do ar   
Reprodução Reprodução

Um casamento perfeito. Do humor

Quem é mais novo conhece Jô Soares como um emérito entrevistador, em especial pelo Programa do Jô, exibido pela Rede Globo entre 2000 e 2016. O programa é derivado do Jô Soares Onze e Meia, que durou no SBT de 1988 a 1999, quando voltou para a Globo. Era algo que ele gostaria de fazer já nos anos 80, mas a direção da emissora não viu espaço na época.

Entre as décadas de 1970 e 1980, era como humorista que Jô Soares se destacava em programas variados na Rede Globo (Faça Humor Não Faça Guerra, Satiricom, Planeta dos Homens e Viva o Gordo). No Planeta dos Homens, levado ao ar entre 1976 e 1982, é que surgiu uma dupla impagável: Irmão Carmelo, interpretado por Jô, e Batista, o sacristão, vivido por Eliezer Motta.

A graça do quadro era descobrir, em meio às intervenções atrapalhadas de Batista rendiam o famoso "Cala a Boca Batista!", por qual razão o Irmão Carmelo não iria casar os noivos que apareciam na igreja e, assim, evitando o "Casa Separa", parte do bordão do personagem, como pedia o humor brasileiro ao longo dos tempos.

Jô e Eliezer repetiram os papeis também no Veja o Gordo, do SBT, entre 1988 e 1990. Batista, inclusive, virou um dos alunos da Escolinha do Professor Raimundo, já na década de 1990. Mas o vídeo a seguir é justamente do Planeta dos Homens, da Rede Globo, do final dos anos 1970, em que as observações a respeito das profissões do casal apaixonado dão o tom e soam absolutamente atuais.

Esta é apenas uma ínfima parte do acervo que você pode contribuir para manter vivo. O valor mínimo é R$ 20,00. Confira no link https://www.vakinha.com.br/vaquinha/por-um-acervo-esportivo-jornalistico-e-de-itens-historicos-vivo?fbclid=IwAR2RVxbNmQ_pprnzsj-RR7ZJE3Dt/zWLyy8nS6UGjCo9mTh2J0XZcp2XpKhY


 

 

Leia Mais
  • Publicado por: Ted Sartori
  • Postado em: sexta-feira, 03 abr 2020 15:36Atualizado em: sexta-feira, 03 abr 2020 15:36
Reprodução Reprodução

Não basta ser comercial, tem que emocionar!

Certamente você já deve ter ouvido várias vezes a frase "Não basta ser pai, é preciso participar". Mas sabe como ela se popularizou? Pela TV! E mais especificamente por um comercial da pomada Gelol, levado ao ar em 1983.

Os comerciais com tropeções e quedas deixaram a marca do anti-inflamatório e anestésico bastante famoso pelo humor ao longo dos anos. Neste, porém, a emoção é que dá o tom.

Com criação e direção de Duda Mendonça (sim, o mesmo marqueteiro da campanha à presidência de Luiz Inácio Lula da Silva) para a agência DM9, a história gira em torno do pai que é acordado pelo filho para vê-lo jogar em um campeonato. Mas ele começa no banco para desespero dele e da irmã do garoto.

Como em uma boa trama de suspense, o menino recebe a chance de entrar, faz uma bela jogada e sofre pênalti. O pai, então, invade o campo, usa Gelol e coloca o filho em ponto de bala para efetuar a cobrança. Lógico que o gol sai, vem a festa e a frase clássica, acompanhada da outra que vende: "Não basta ser remédio, tem que ser Gelol".

O comercial feito para Gelol ganhou o Leão de Bronze no Festival de Cannes, na França, principal evento do mercado publicitário.

Mais do que ler sobre o comercial, é melhor relembrá-lo. Não há como não se emocionar!

Esta é apenas uma ínfima parte do acervo que você pode contribuir para manter vivo. O valor mínimo é R$ 20,00. Confira no link https://www.vakinha.com.br/vaquinha/por-um-acervo-esportivo-jornalistico-e-de-itens-historicos-vivo?fbclid=IwAR2RVxbNmQ_pprnzsj-RR7ZJE3Dt/zWLyy8nS6UGjCo9mTh2J0XZcp2XpKhY


 

 

Leia Mais
Reprodução Reprodução

De soft não tinha nada. Pelo menos para mães e pais

Em inglês, soft significa suave. Em português, era exatamente o contrário: preocupação. O motivo está nas balas Soft, muito populares na década de 1980.

Redondinhas, lisas e extremamente coloridas, as balas viraram um suplício para mães e pais. Eles impediram por muitas vezes que seus filhos tivessem contato com a Soft por medo que engasgassem e morressem.

Embora não haja nenhum relato de falecimento em razão da ingestão de bala Soft, o mesmo não se pode dizer de engasgos. Só nos comentários deste vídeo trazido pelo blog Arquivos1000, que é um comercial do produto, levado ao ar em 1982, existem dois. Assim como há outros que comeram a bala e não tiveram qualquer problema.

Polêmicas e lendas à parte, o uso de um beija-flor ligando o produto aos sabores da natureza - eram balas de frutas, artificiais, é verdade - é bem curioso. Talvez aproveitando a suavidade da imagem, dando uma cara soft à bala, que não é mais fabricada - chegou até a mudar de formato, para quadrada, porém nunca mais foi a mesma.

Esta é apenas uma ínfima parte do acervo que você pode contribuir para manter vivo. O valor mínimo é R$ 20,00. Confira no link https://www.vakinha.com.br/vaquinha/por-um-acervo-esportivo-jornalistico-e-de-itens-historicos-vivo?fbclid=IwAR2RVxbNmQ_pprnzsj-RR7ZJE3Dt/zWLyy8nS6UGjCo9mTh2J0XZcp2XpKhY

Confira as imagens:

 

 

Leia Mais
  • Publicado por: Ted Sartori
  • Postado em: quarta-feira, 11 mar 2020 22:37Atualizado em: quarta-feira, 11 mar 2020 22:39
  • Balas   Soft   polêmica   
Reprodução Reprodução

Vamos jogar Atari?

Para os jovens acostumados aos grafismos reais dos jogos de videogame, apresentar um Atari para eles vai certamente fazê-los cair na gargalhada. Mas não era assim em 1983, quando o console aportou no Brasil de maneira oficial pela Polyvox, que fabricava aparelhos de som.

As bolinhas e pauzinhos do Telejogo da Philco eram substituídas por cores, bonequinhos, aviões e carros com mais realismo. Junto com o Atari, veio uma lenda: que os videogames estragavam a tela dos aparelhos de TV. Talvez uma história contada com o único intuito de postergar a compra do aparelho em casa, ainda caro nos primeiros tempos, ou minimizar o uso excessivo do console.

Havia jogos para todos os gostos. É difícil até de eu escolher qual o meu preferido. Cheguei a ter 42 cartuchos, já em um período que o formato apresentava declínio no Brasil - no final da década de 1980 - e os consoles de 8 bits (Master System e Phantom System) chegavam para desbancá-lo. E ainda havia aqueles com quatro ou oito jogos, em que era necessário virar uma chavinha para encontrar. Assoprar o cartucho para funcionar também era quase um ritual.

Vale recordar que vinha um cartucho junto com o console. Quando ganhei o meu, no Natal de 1986, foi o clássico Enduro que estava na caixa. Ultrapassar os carros sem bater em ninguém e dentro do tempo era um desafio infinito. Fora as histórias que alguns contavam que em uma determinada fase o piloto saía do carro e subia em um pódio. Mentira pura.

Atualmente, os jogos do Atari podem ser encontrados facilmente em emuladores e o console ainda virou um objeto retrô, ainda mais porque foi relanaçado para venda, mas em tamanho menor do que o original. 

Curtam um dos comerciais de lançamento do Atari, em 1983, quando a agitação da família em uma casa dá a entender que todos estavam em perigo. Mas não era bem assim.

Esta é apenas uma ínfima parte do acervo que você pode contribuir para manter vivo. O valor mínimo é R$ 20,00. Confira no link https://www.vakinha.com.br/vaquinha/por-um-acervo-esportivo-jornalistico-e-de-itens-historicos-vivo?fbclid=IwAR2RVxbNmQ_pprnzsj-RR7ZJE3Dt/zWLyy8nS6UGjCo9mTh2J0XZcp2XpKhY

 

 

Leia Mais
  • Publicado por: Ted Sartori
  • Postado em: terça-feira, 03 mar 2020 19:41Atualizado em: terça-feira, 03 mar 2020 19:45
  • Atari   jogos   videogame   
<< Página Anterior       Página Posterior >>
Sobre
Memória da Tevê. Comerciais antigos. Novelas, desenhos, séries, programas e curiosidades da telinha. Tudo o que você mais gosta de lembrar, num só lugar.