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Não basta ser comercial, tem que emocionar!

Certamente você já deve ter ouvido várias vezes a frase "Não basta ser pai, é preciso participar". Mas sabe como ela se popularizou? Pela TV! E mais especificamente por um comercial da pomada Gelol, levado ao ar em 1983.

Os comerciais com tropeções e quedas deixaram a marca do anti-inflamatório e anestésico bastante famoso pelo humor ao longo dos anos. Neste, porém, a emoção é que dá o tom.

Com criação e direção de Duda Mendonça (sim, o mesmo marqueteiro da campanha à presidência de Luiz Inácio Lula da Silva) para a agência DM9, a história gira em torno do pai que é acordado pelo filho para vê-lo jogar em um campeonato. Mas ele começa no banco para desespero dele e da irmã do garoto.

Como em uma boa trama de suspense, o menino recebe a chance de entrar, faz uma bela jogada e sofre pênalti. O pai, então, invade o campo, usa Gelol e coloca o filho em ponto de bala para efetuar a cobrança. Lógico que o gol sai, vem a festa e a frase clássica, acompanhada da outra que vende: "Não basta ser remédio, tem que ser Gelol".

O comercial feito para Gelol ganhou o Leão de Bronze no Festival de Cannes, na França, principal evento do mercado publicitário.

Mais do que ler sobre o comercial, é melhor relembrá-lo. Não há como não se emocionar!

Esta é apenas uma ínfima parte do acervo que você pode contribuir para manter vivo. O valor mínimo é R$ 20,00. Confira no link https://www.vakinha.com.br/vaquinha/por-um-acervo-esportivo-jornalistico-e-de-itens-historicos-vivo?fbclid=IwAR2RVxbNmQ_pprnzsj-RR7ZJE3Dt/zWLyy8nS6UGjCo9mTh2J0XZcp2XpKhY


 

 

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De soft não tinha nada. Pelo menos para mães e pais

Em inglês, soft significa suave. Em português, era exatamente o contrário: preocupação. O motivo está nas balas Soft, muito populares na década de 1980.

Redondinhas, lisas e extremamente coloridas, as balas viraram um suplício para mães e pais. Eles impediram por muitas vezes que seus filhos tivessem contato com a Soft por medo que engasgassem e morressem.

Embora não haja nenhum relato de falecimento em razão da ingestão de bala Soft, o mesmo não se pode dizer de engasgos. Só nos comentários deste vídeo trazido pelo blog Arquivos1000, que é um comercial do produto, levado ao ar em 1982, existem dois. Assim como há outros que comeram a bala e não tiveram qualquer problema.

Polêmicas e lendas à parte, o uso de um beija-flor ligando o produto aos sabores da natureza - eram balas de frutas, artificiais, é verdade - é bem curioso. Talvez aproveitando a suavidade da imagem, dando uma cara soft à bala, que não é mais fabricada - chegou até a mudar de formato, para quadrada, porém nunca mais foi a mesma.

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  • Publicado por: Ted Sartori
  • Postado em: quarta-feira, 11 mar 2020 22:37Atualizado em: quarta-feira, 11 mar 2020 22:39
  • Balas   Soft   polêmica   
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Vamos jogar Atari?

Para os jovens acostumados aos grafismos reais dos jogos de videogame, apresentar um Atari para eles vai certamente fazê-los cair na gargalhada. Mas não era assim em 1983, quando o console aportou no Brasil de maneira oficial pela Polyvox, que fabricava aparelhos de som.

As bolinhas e pauzinhos do Telejogo da Philco eram substituídas por cores, bonequinhos, aviões e carros com mais realismo. Junto com o Atari, veio uma lenda: que os videogames estragavam a tela dos aparelhos de TV. Talvez uma história contada com o único intuito de postergar a compra do aparelho em casa, ainda caro nos primeiros tempos, ou minimizar o uso excessivo do console.

Havia jogos para todos os gostos. É difícil até de eu escolher qual o meu preferido. Cheguei a ter 42 cartuchos, já em um período que o formato apresentava declínio no Brasil - no final da década de 1980 - e os consoles de 8 bits (Master System e Phantom System) chegavam para desbancá-lo. E ainda havia aqueles com quatro ou oito jogos, em que era necessário virar uma chavinha para encontrar. Assoprar o cartucho para funcionar também era quase um ritual.

Vale recordar que vinha um cartucho junto com o console. Quando ganhei o meu, no Natal de 1986, foi o clássico Enduro que estava na caixa. Ultrapassar os carros sem bater em ninguém e dentro do tempo era um desafio infinito. Fora as histórias que alguns contavam que em uma determinada fase o piloto saía do carro e subia em um pódio. Mentira pura.

Atualmente, os jogos do Atari podem ser encontrados facilmente em emuladores e o console ainda virou um objeto retrô, ainda mais porque foi relanaçado para venda, mas em tamanho menor do que o original. 

Curtam um dos comerciais de lançamento do Atari, em 1983, quando a agitação da família em uma casa dá a entender que todos estavam em perigo. Mas não era bem assim.

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  • Publicado por: Ted Sartori
  • Postado em: terça-feira, 03 mar 2020 19:41Atualizado em: terça-feira, 03 mar 2020 19:45
  • Atari   jogos   videogame   
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Uma Sala muuuuuito Especial

Os adolescentes da primeira metade dos anos 80 - e os marmanjos também - se divertiram bastante nas noites de sexta-feira, a partir das 23 horas (e até mais tarde), quando sintonizavam a TV Record entre 1979 e 1986. Era hora de Sala Especial, uma das maiores audiências da emissora, então pertencente à família Machado de Carvalho e ao apresentador Silvio Santos.

Bem, se fosse levar em conta o certificado de censura os telespectadores não poderiam ter idade inferior a 18 anos. Mas não era bem isso que acontecia. Muitos adolescentes viam escondidos dos pais os clássicos da chamada pornochanchada brasileira dos anos 70 e 80, com temáticas até bastante inocentes caso observadas com os olhos atuais.

Títulos como A Super Fêmea, Nos Tempos da Vaselina, Como é Boa Nossa Empregada, O Bem-Dotado - O Homem de Itu e Histórias que Nossas Babás Não Contavam faziam a alegria da garotada, interessada em ver seios e bumbuns na tela da TV para satisfazer hormônios em profusão.

Além das sátiras, o duplo sentido também era praxe nos nomes das produções. Um dos que atende a essa característica é Elas São do Baralho, de 1977, com Cláudio Corrêa e Castro, Antônio Fagundes e Nuno Leal Maia.

A produção, dirigida por Silvio de Abreu, consagrado autor de telenvovelas, teve uma ligeira mudança no título para a chamada da Sala Especial em agosto de 1984, conforme se vê nesta chamada da sessão de cinema - a única disponível no YouTube e que conta com o tema clássico -, pertencente ao blog Arquivos1000.

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  • Publicado por: Ted Sartori
  • Postado em: quinta-feira, 27 fev 2020 05:44Atualizado em: quinta-feira, 27 fev 2020 05:46
  • Sala Especial   Record   filmes   
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Pois ééééé, eis o porquê disso!

Nos dias de hoje, a internet é responsável por popularizar muitos atos e expressões. Em outros tempos, a televisão fazia isso tanto nos programas quanto nos comerciais.

Uma das expressões propagadas por um anúncio publicitário foi a de chamar de "Pois é" qualquer carro velho que se encontrasse pela frente - e de preferência quebrado.

Entre os que estão lendo este texto, certamente há os que sabem disso, os que lembram um pouco e os que nunca ouviram falar a respeito.

Para todos eles, uma explicação: o "Pois é" veio de um comercial feito para a Vimave, antiga revendedora Volkswagen pertencente ao Grupo Silvio Santos.

Na peça publicitária, Ary Toledo (sim, ele mesmo!) e Viana Júnior (o Apolônio que contracenava com a Velha Surda na Praça da Alegria e, posteriormente, em A Praça é Nossa) passam de carro pela estrada zombando de outros que estão com seus automóveis quebrados. E para cada um Ary Toledo solta um irônico "Pois éééé". Só que eles não contavam com algo no final da história.

Para não dar spoiler a quem não sabe nem estragar a lembrança dos mais velhos, o blog Arquivos1000 traz o famoso comercial da Vimave, em gravação feita em 1982.

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  • Publicado por: Ted Sartori
  • Postado em: terça-feira, 18 fev 2020 19:39Atualizado em: terça-feira, 18 fev 2020 19:41
  • Comercial   Pois é   Ary Toledo   
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