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Grande sucesso no Netflix brasileiro, ‘Milagre na Cela 7’ tem original coreano e muitas versões

O drama turco ‘Milagre na Cela 7’ explodiu em audiência no Brasil. É o número 1 no ranking dos mais assistidos no país pela plataforma de streaming Netflix e levou muita gente às lágrimas e a exageros como torcer para que ele ganhasse o Oscar de Filme Estrangeiro (o que é impossível, já que o filme é de 2019).

Fato é que o filme, bem simples e inocente em sua produção, é feito para emocionar, contando a história do deficiente intelectual que vê sua vida virar do avesso e perder contato com sua filha quando é acusado injustamente pelo assassinato da filha de um militar. É justamente essa simplicidade de sentimentos e de intenções que acaba emocionando na história.

Quem assistiu sem ter muitas informações sobre o filme vai ficar surpreso com esta: a história é uma refilmagem de uma comédia (!!!!) coreana que fez um enorme sucesso em 2013 e ganhou diversos prêmios em seu país. A história é exatamente a mesma mas o tom é bem diferente. No lugar das lágrimas, o filme faz rir e é bem positivo. Veja o trailer da produção original:



Este é o trailer da produção original, coreana, que mesmo que você não entenda bem, vai perceber que o tom é de comédia rasgada mas que ainda assim emociona.

‘Milagre na Cela 7' ganhou diversas outras versões, como a filipina e a indonésia. Abaixo você confere algumas dessas versões. Divirta-se!

A INDIANA


A INDONÉSIA


A FILIPINA

 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: segunda-feira, 20 abr 2020 14:47Atualizado em: segunda-feira, 20 abr 2020 16:45
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Novo filme de Wes Anderson estreia em julho

O diretor americano Wes Anderson, conhecido por filmes fora do convencional, como Grande Hotel Budapeste, Os Excêntricos Tannenbaums e o recente Ilha de Cachorros, vai lançar seu novo projeto em julho deste ano.

Como já é tradição nos filmes do diretor, French Dispatch vai contar várias histórias ao mesmo tempo, todas "parte de uma coleção de contos publicados em uma revista americana em uma fictícia cidade francesa do século 20".

No elenco já confirmado estão velhos colaboradores do diretor, como o excelente Bill Murray, Owen Wilson, Adrien Brody e também rostos como os de Benicio del Toro, Tilda Swinton, Lea Seydoux, Frances McDormand e Timothée Chalamet.

 

 

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Robert Langdon, herói de 'O Código Da Vinci', vai ganhar piloto de seriado para a TV

O simbologista Robert Langdon, estrela de quatro livros escritos por Dan Brown (entre eles O Código Da Vinci), deve ganhar um seriado de tevê em breve. O piloto já foi autorizado pela NBC e deve ser gravado em breve.

Livremente inspirada no último livro da franquia literária, O Símbolo Perdido, a história mostra Langdon envolvido em uma série de quebra-cabeças mortais para tentar libertar seu mentor, que foi sequestrado. A história é anterior às de O Código Da Vinci e Anjos e Demônios.

Langdon é uma produção da NBC em parceria com a Imagine Entertainment e a Universal Television e não terá, claro, Tom Hanks no papel principal, até porque mostra o personagem ainda mais jovem do que mostrado nas telas.

Dan Dworkin e Jay Beattie vão roteirizar. A produção executiva do show vai caber ao próprio autor, Dan Brown, e a Brian Grazer e ao diretor Ron Howard. Ainda não há data prevista para exibição do show.

 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: sexta-feira, 31 jan 2020 09:49Atualizado em: sexta-feira, 31 jan 2020 09:59
  • Dan Brown   Langdon   
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Morre Terry Jones, o genial ator inglês que fez história no grupo Monty Python

LUTO NO HUMOR - Morreu ontem, aos 77 anos, o ator inglês Terry Jones, conhecido por integrar o mais famoso grupo de humor do mundo, o Monty Python. Ele perdeu uma longa batalha para um tipo raro de demência. Segundo comunicado emitido pela família, "Jones morreu ao lado da esposa, Anna, após uma batalha longa mas bem-humorada contra a doença mental".

MONTY PYTHON
Como membro dos Monty Python, Jones é lembrado pelos seus papéis de mulheres de meia-idade e o odiado “homem na rua”. Normalmente escrevia sketches em parceria com Michael Palin.

Uma das primeiras preocupações de Jones era desenvolver um formato fresco para o programas dos Monty Python, e foi Jones que desenvolveu o estilo inconsciente que abandonou as “punchlines” e encorajava o movimento fluido entre sketches, dando “espaço ao humor conceptual da equipa. Jones também era contra o uso de música exagerada e do estilo de câmara estática pelos realizadores de programas de TV da altura, algo que fez com que quisesse realizar os programas. Mais tarde dedicou-se à realização de 3 dos filmes dos Monty Python, Monty Python e o Cálice Sagrado, A Vida de Brian e o Sentido da Vida.

Como é demonstrado em muitos dos seus sketches com Palin, Jones estava interessado em fazer comédia visualmente impressionante. Este sentia que cenários interessantes aumentavam o humor. Os seus métodos encorajaram muitos futuros comediantes a fugir do convencional. Exemplo disso são programas como Green Wing, A Pequena Grã-Bretanha (Little Britain) e The League of Gentlemen.

As contribuições como actor mais memoráveis de Jones são as suas interpretações paródicas de mulheres de meia-idade de voz extremamente aguda. O seu humor juntamente com o de Palin tende a ser conceptual por natureza. Um sketch típico da equipa Palin\Jones retira o seu humor do absurdo do redor. Por exemplo, no “Summarize Proust Competition” (Competição de Resumo de Proust), Jones faz o papel de anfitrião que dá aos concorrentes 15 segundos para resumir a obra À La Recherche du Temps Perdu de Marcel Proust.

Netse caso o riso surge a partir do absurdo da ideia em si. Jones ficou também conhecido pelo seu estilo de comédia física do género Charlie Chaplin, talvez mais notório no sketch onde se tenta despir na praia. Outros papéis característicos de Jones eram os de homem comum e os do “totó” com ambições que iam muito além das suas capacidades.

Assista a algumas cenas de Terry Jones no Monty Python:



DEPOIS DOS PYTHON

Depois das dificuldades criativas envolvidas no primeiro filme dos Monty Python, E Agora Algo Completamente Diferente (And Now For Something Completely Different), foi decidido que o projecto seguinte, Monty Python e o Cálice Sagrado (Monty Python and the Holy Grail) seria realizado por membros do grupo. Assim Terry Jones e Terry Gilliam fizeram a sua estreia nas lides da realização.

A partir daqui, a carreira na realização de Jones descolou, tendo realizado sozinho os 2 filmes seguintes dos Monty Python, A Vida de Brian e o Sentido da Vida. No entanto, Jones também teve projectos fora do grupo sendo da sua autoria filmes como Personal Services, Erik the Viking, Labyrint e The Wind on the Willows.

Na televisão, a sua carreira depois dos Monty Python continuou com o seu parceiro de escrita de sempre, Michael Palin, na série Ripping Yarns, que foi cancelada após apenas 9 episódios devido ao elevado custo de produção.

A carreira pós-Python de Jones levou-o a tornar-se um aclamado autor de livros de crianças com histórias como Curse of the Vampire Socks, Fantastic Stories (Contos Fantásticos, adaptado em palco por Luís Tinoco), Nicobonimus e The Saga of Erik, the Viking (escrita originalmente para o seu filho Bill). Mas Jones não escreveu apenas para crianças, em anos recentes os seus livros de História, centrados em grande parte na Idade Média, uma época pela qual Jones é fascinado.

Ele também protagonizou alguns documentários sobre o tema na BBC. Terry também começou a escrever artigos regularmente a partir dos anos 80, primeiramente para o The Guardian e, mais recentemente, para o The Observer.

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: quarta-feira, 22 jan 2020 12:40Atualizado em: quarta-feira, 22 jan 2020 12:47
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Morre aos 95 anos Christopher Tolkien, filho do criador de 'O Senhor dos Anéis'

LUTO - Morreu hoje, aos 95 anos, o professor Christopher Tolkien, filho do criador da saga O Senhor dos Anéis, J.R.R. Tolkien. Christopher, assim como o pai, era professor de língua inglesa na Universidade de Oxford. Ele ficou muito conhecido pelos fãs por editar livros póstumos do pai, como 'Contos Inacabados', e administrar o patrimônio intelectual deixado pelo pai.

Nascido em 1924, Christopher era o filho mais próximo do professor Tolkien e ouvia suas histórias sobre a Terra-Média, das quais virou entusiasta. Por causa dele, muitas obras de Tolkien não chegaram aos cinemas. E as que chegaram foram criticadas por ele, como a trilogia de Peter Jackson, no início do século 21. Por outro lado, especialistas dizem que sem Christopher e seu trabalho incansável de organização de material, uma parte considerável da obra do pai não chegaria ao público.

Em 2017, no momento em que a Amazon comprou os direitos da história de O Senhor dos Anéis para produzir uma série nos mesmos moldes de 'Game of Thrones', Christopher deixou de cuidar do patrimônio do pai. Essa série deve mostrar acontecimentos anteriores aos vistos nos filmes e estreia no Prime Video em 2021.

As causas da morte de Christopher Tolkien não foram divulgadas.

 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: quinta-feira, 16 jan 2020 16:56
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