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Bibi Ferreira morre aos 96 anos

Morreu hoje aos 96 anos um dos maiores nomes da dramaturgia brasileira: Bibi Ferreira. A atriz, diretora, produtora e cantora tinha 96 anos e estava em sua casa, no Flamengo, quando passou mal, reclamou de falta de ar e morreu em seguida, por volta das 13 horas.

Estreia precoce
Abigail Izquierdo Ferreira nasceu em 1922 em uma família profundamente ligada às artes e à cultura. Seu pai era Procópio Ferreira, ator e dramaturgo. Sua mãe era a bailarina argentina Aída Izquierdoi. Foi no circo da família que ela estreou com apenas 24 dias de vida.

Estrelou diversos musicais em sua longa carreira. Um dos mais conhecidos foi Minha Bela Dama (versão nacional de My Fair Lady), ao lado de Paulo Autran. Viveu também nos palcos um dos maiores nomes da música mundial, Edith Piaf. Venceu dezenas de prêmios como o Moliére, o Saci, o Troféu Mambembe e o Prêmio APCA. Quase toda a sua carreira foi nos palcos mas Bibi fez também cinema e, no ano passado, fez sua turnê de despedida - Bibi: Por Toda a Minha Vida, só com músicas brasileiras.

Bibi se casou seis vezes. O corpo de Bibi deve ser cremado mas ainda não há informações sobre velório.

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: quarta-feira, 13 fev 2019 15:12Atualizado em: quarta-feira, 13 fev 2019 15:34
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Youtube Music pode se tornar um concorrente importante ao Spotify. Mas ainda não é.

O Youtube Music pode até vir a ser um ótimo player no mercado de música por streaming. Pode até vir a ser. No momento o serviço ainda é precário. Não sugere músicas baseadas no gosto musical do cliente e a curadoria é terrível. Vi uma playlist "Artistas de um Sucesso Só" que tinha Air Supply, Toto, Rick Astley, Huey Lewis & The News... Não dá, né?

Você pode até não gostar do Air Supply, achar meloso demais, mas os caras tiveram muito mais do que um sucesso. Só de Top 10 da Billboard, numa pesquisa rápida, achei mais de 15 músicas. "Lost in Love", "I Can Wait Forever", "All out of Love", "Making Love Out Nothing At All"... Do Toto, além da clássica "Africa", tem "I'll Be Over You", "Rosanna", "Lea", "Anna"... O Huey Lewis tem "The Power of Love" mas tem "Stuck With You", tem "If This Is It" e outras... Quem faz essas listas, Google?

 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: quarta-feira, 13 fev 2019 10:57
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Convenção das Bruxas vai ganhar nova versão com Anne Hathaway e direção de Robert Zemeckis

Convenção das Bruxas, filme que marcou a infância de muita gente, vai ganhar uma nova versão, modernizada e aproveitando tudo o que a tecnologia pode proporcionar a filmes de fantasia e terror. Quem vai estrelar o remake é a queridinha Anne Hathaway (de 'O Diabo Veste Prada'), ao lado da ótima Octavia Spencer (de 'A Forma da Água' e 'Estrelas Além do Tempo').

A produção conta a história de um menino que se vê envolvido em uma batalha contra bruxas malvadas. Baseado no livro de 1973, que também foi filmado nos anos 90 com Anjelica Houston, o novo filme vai ter Robert Zemeckis (de 'De Volta Para o Futuro') na direção. A produção é do próprio Zemeckis em parceria com outros grandes nomes do cinema de fantasia: Alfonso Cuarón e Guillermo del Toro.

 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: quarta-feira, 13 fev 2019 10:19
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Primeiro trailer de Aladdim, inspirado no clássico de 27 anos atrás , mostra Will Smith como o gênio azul

E a Disney continua firme em sua intenção de transformar seus clássicos da animação em filmes com atores. Depois de Mowgli, Alice no País das Maravilhas e A Bela e a Fera, chegam nas próximas semanas duas versões live-action de Dumbo (dirigida por Tim Burton) e, em maio, a adaptação de um dos maiores sucessos da Casa do Mickey na telona: Aladdim, que tem direção do sempre diferentão Guy Ritchie (de “Snatch Porcos e Diamantes” e “Sherlock Holmes”).

É difícil acreditar que o desenho original já esteja chegando perto dos 30 anos. Foi uma das primeiras animações da retomada da Disney nos anos 90, bem próxima do lançamento de Rei Leão, responsável pela volta da Disney ao topo das bilheterias e seu roteiro incluía muitos?—?muitos mesmo?—?elementos de humor. Era quase uma comédia em desenho animado.

A nova versão é ainda mais musical. Além de reinvenções das seis canções que já se tornaram clássicas do desenho original (incluindo ‘A Whole New World’, ganhadora do Oscar de Melhor Canção daquele ano), há duas músicas inéditas, compostas pelo mesmo Alan Merken do original e por Justin Paul (de ‘La La Land’).

Estrelam o filme Will Smith como o gênio metido a engraçadinho, Mena Massoud como o protagonista, Naomi Scott como a Princesa Jasmin e Marwan Kenzari como o vilãozão Jafar. Como nas outras adaptações feitas até agora pela Disney, o filme deve ter exatamente a estrutura da história original, sem grandes alterações. Confira o trailer:

 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: terça-feira, 12 fev 2019 19:18Atualizado em: terça-feira, 12 fev 2019 19:20
  • Disney   Aladdim   Will Smith   
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Sobre os indicados ao Oscar 2019

Acho muito, mas muito legal que a Academia tenha reconhecido que a criação artística, que cinema, enfim, não se faz apenas na telona. Que uma produção feita para streaming também possa ter mérito artístico suficiente para concorrer a grandes prêmios. Não que 'ROMA' seja esse filme, porque não achei nada demais. Mas é emblemático. São novos tempos e quem não conseguir se adaptar e se transformar vai ficar para trás, sim.

Isso é uma coisa. Outra coisa - e aí eu discordo - é a agenda ideológica dos sujeitos, algo que meu amigo Alexandre Gois falou recentemente. Faz bastante tempo que quem leva o Oscar é o filme cujo tema "precisa ser debatido" e não o melhor filme do ano. 'Moonlight' (que não é sobre racismo e sim sobre bullying) não merecia levar a melhor sobre seus concorrentes porque era arrastado e chatinho, por mais sensível que fosse, só para citar um exemplo.

E outra coisa pior ainda é a tentativa da Academia de se tornar novamente popular. A audiência vem caindo ano a ano e os sujeitos estão buscando meios de voltar a ter relevância. Sugeriram no ano passado a criação de uma categoria 'Melhor Filme Popular', que premiaria filmes com menor teor artístico mas que fossem... populares... (???)...

...

Credito a isso algumas atitudes e muita coisa que vem acontecendo com o prêmio. E creditaria também a isso uma possível vitória da Lady Gaga sobre a estupenda Glenn Close no prêmio deste ano. Mas, verdade seja dita, o Oscar sempre foi um prêmio da indústria, voltado à indústria. E o que a indústria quer é lucro. Vai premiar quem pode lhe render mais.

Somando isso tudo à atitude irresponsável da TNT de tirar da festa o maior especialista em Oscar do Brasil - Rubens Ewald - e minha vontade de assistir ao prêmio este ano é zero. É algo que, como já disse aqui, vai perdendo relevância, não cola nas novas gerações e logo logo vai ficar para trás. Uma pena que seja assim.

 

 

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  • Publicado por: Gustavo Klein
  • Postado em: quarta-feira, 30 jan 2019 18:57Atualizado em: quarta-feira, 30 jan 2019 18:58
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